Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 03 de fevereiro de 2020.

Jornal do Comércio

Notícia da edição impressa de 03/02/2020.
Alterada em 03/02 às 03h00min
COMENTAR | CORRIGIR

Frases & Personagens

Leonardo Busatto fala da cobrança de IPTU

Leonardo Busatto fala da cobrança de IPTU


LUIZA PRADO/JC
"O desconto de 10% do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) e da Taxa de Coleta de Lixo (TCL) de 2020 de Porto Alegre foi aproveitado por 46,82% dos contribuintes até o dia 3 de janeiro. Ingressaram R$ 437,661 milhões, acréscimo de 14,28% ao apurado no mesmo período de 2019, de R$ 382,9 milhões. E 25% são destinados à educação e 15% aplicados em saúde." Leonardo Busatto, secretário municipal da Fazenda.
"O desconto de 10% do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) e da Taxa de Coleta de Lixo (TCL) de 2020 de Porto Alegre foi aproveitado por 46,82% dos contribuintes até o dia 3 de janeiro. Ingressaram R$ 437,661 milhões, acréscimo de 14,28% ao apurado no mesmo período de 2019, de R$ 382,9 milhões. E 25% são destinados à educação e 15% aplicados em saúde." Leonardo Busatto, secretário municipal da Fazenda.
"Conseguimos manter a média histórica de receber cerca da metade do IPTU de forma antecipada. É uma conquista, até porque tivemos a atualização da planta de valores após quase três décadas. A campanha publicitária feita nos últimos dias de 2019 ajudou a informar os contribuintes." Também Leonardo Busatto.
"O acordo comercial entre Estados Unidos e China deve obrigar o agronegócio brasileiro a redirecionar suas exportações. A negociação entre os dois países prevê um comércio anual adicional de US$ 32 bilhões dos norte-americanos para os chineses, o que pode prejudicar as vendas brasileiras aos orientais. A saída seria investir na ampliação do comércio com o Oriente Médio e o Sudeste asiático." Alexandre Peña Ghisleni, diretor do Departamento de Promoção do Agronegócio das Relações Exteriores.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia