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Porto Alegre, sexta-feira, 07 de dezembro de 2018.

Jornal do Comércio

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Roberto Brenol Andrade

Frases e Personagens

Edição impressa de 07/12/2018. Alterada em 07/12 às 01h00min

Frases e personagens

Ricardo Lewandowski

Ricardo Lewandowski


ANTONIO CRUZ/AGÊNCIA BRASIL/JC
"Só reagi ao advogado que criticava o Supremo (O Supremo é uma vergonha) no avião em que viajaríamos de São Paulo para Brasília porque ele ofendia a Corte. Eu me senti na obrigação de defender a honra do Supremo. Se fosse ofensa ao meu trabalho, eu poderia até relevar, como já relevei em várias outras ocasiões." Ricardo Lewandowski, ministro do STF.
"A aprovação na Câmara do projeto de lei que cria regras para os cancelamentos dos contratos de compra e venda de imóveis na planta - os distratos - é o combustível que faltava para alimentar o reaquecimento do mercado imobiliário." Luiz França, presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias.
"Temos melhora das condições macroeconômicas, juros abaixo de dois dígitos, desemprego decrescente e, agora, um marco regulatório que dará segurança para realização dos investimentos." Também Luiz França.
"Com a aprovação do projeto, nada mais segurará um novo boom imobiliário." Elie Horn, fundador da Cyrela.
"Os distratos distorciam o mercado, uma vez que obrigavam a devolução do dinheiro já empregado nas obras, comprometendo o fluxo de caixa da empresa." Klausner Monteiro, presidente da loteadora Alphaville.
"Ninguém é louco de acabar com o Minha Casa Minha Vida, um programa considerado exitoso, que irá completar 10 anos, tem abrangência nacional, gera empregos, tributos e, principalmente, imóveis a um preço acessível para a população. Eventuais ajustes no programa habitacional tendem a ser pontuais, sem representar uma mudança abrupta no andamento dos negócios." Rafael Menin, copresidente da MRV Engenharia.
"Se o projeto de autonomia do Banco Central (BC) tivesse sido aprovado pelo Congresso Nacional, eu permaneceria no comando da autoridade monetária durante o governo Bolsonaro e não teria anunciado minha saída por motivos pessoais." Ilan Goldfajn, presidente do BC.
 
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