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Porto Alegre, segunda-feira, 10 de setembro de 2018.

Jornal do Comércio

Colunas

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Roberto Brenol Andrade

Frases e Personagens

Edição impressa de 10/09/2018. Alterada em 10/09 às 01h00min

Frases e personagens

Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal

Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal


EVARISTO SA/AFP/JC

"Os advogados do ex-presidente Lula da Silva (PT) apresentaram como argumento a decisão liminar - provisória - do Comitê de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), que pediu ao Brasil para garantir os direitos políticos de Lula. O pronunciamento do comitê da ONU não suspende a condenação. A decisão do comitê tem apenas efeito eleitoral, e não criminal." Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal.

"A Justiça brasileira não está vinculada ao parecer do Comitê de Direitos Humanos da ONU que defendeu a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso no âmbito da Lava Jato. O comunicado do comitê da Organização das Nações Unidas é absurdo, não faz sentido." João Otávio de Noronha, novo presidente do Superior Tribunal de Justiça.

"O STJ e o STF, evidentemente, não vão se curvar ao documento. Tenho visto parecer tão absurdo, e esse é mais um. Esse País não é uma colônia, é um País independente, que tem uma Justiça muito bem estruturada. Quem interpreta e julga o brasileiro soberanamente é a Justiça brasileira. Na ONU, você tira o parecer que quer." Também João Otávio de Noronha.

"Não cabe aos órgãos judiciários brasileiros sindicar as decisões proferidas pelo Comitê de Direitos Humanos da ONU, mas, sim, dar cumprimento às obrigações internacionais assumidas pelo Brasil." Cristiano Zanin e Valeska Zanin, advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

"Lamento os ataques feitos pelo prefeito Nelson Marchezan Júnior (PSDB) aos servidores municipais em entrevista. Quem chama os servidores de criminosos só pode ser chamado de psicopata." Fernanda Melchionna (PSOL), vereadora de Porto Alegre.

"As questões políticas de Porto Alegre estão sendo pessoalizadas e usadas como discurso de ódio, com o objetivo de destruir o governo municipal. Fazem política com o fígado, não com a inteligência ou para o bem das pessoas." Moisés Barboza (PSDB), vereador.

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