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Porto Alegre, segunda-feira, 17 de setembro de 2018.
Dia do Transportador Rodoviário de Carga.

Jornal do Comércio

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Osni Machado

Empresários & Cia

Edição impressa de 17/09/2018. Alterada em 17/09 às 01h00min

Feevale e Sinplast firmam acordo de cooperação

Edilson Deitos diz que o setor gera cerca de 2,5% do PIB gaúcho

Edilson Deitos diz que o setor gera cerca de 2,5% do PIB gaúcho


/MARCELO G. RIBEIRO/JC
Acordo de cooperação entre a Universidade Feevale e o Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Estado do Rio Grande do Sul (Sinplast), assinado recentemente, permitirá a ampliação do conhecimento na área e o desenvolvimento tecnológico. As ações irão abrir novas possibilidades para indústria e trazer benefício para os brasileiros.
No momento, o Sinplast começa o primeiro passo para saber do potencial humano e tecnológico que a Universidade Feevale poderá oferecer por intermédio de seus cientistas, instalações e também sobre novos avanços do setor via integração da instituição de Ensino Superior com inúmeros países no mundo com quem mantém termos de cooperação.
De acordo com o presidente do Sinplast, Edilson Deitos, o acordo é importante, uma vez que, as pesquisas serão direcionadas à indústria para atender as necessidades com o mercado. O dirigente salienta que o Sinplast, igualmente, busca o desenvolvimento de novas soluções, junto a Universidade Federal do Rio Grande do Sul e a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.
Deitos diz que serão feitos workshops com conteúdo ligados à inovação de produtos à base de plástico para diversos fins e voltados aos empresários. Informa que o setor é responsável, por cerca de 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB) no Rio Grande do Sul, com 1.200 empresas e geradora de 27 mil empregos diretos.
Entre os desafios para o setor, Deitos destaca que o plástico não é lixo e que se tratado corretamente ele volta a ser um novo produto, ou transformado em energia. No Rio Grande do Sul, a indústria produtora de cimento usa o plástico e insumos não reciclados para geração de calor na secagem do cimento.
E, de acordo com ele, a indústria de reciclagem no Estado tem capacidade para ser maior do que é, porém, devido a alguns gargalos como na coleta seletiva adequada e a falta de conscientização da população para um destinação correta do plástico pós-consumo.
Por ocasião do ato de assinatura do convênio com a Feevale, que ocorreu no Centro de Eventos da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), em Porto Alegre, o reitor da instituição, Cleber Prodanov falou que a Feevale é aplicada e seu parque tecnológico tem forte atuação junto à indústria.
Já a diretora de Inovação da Feevale, Daiana de Leonço Monzon, apresentou a estrutura do Feevale Techpark - parque tecnológico, os serviços e possibilidades de parcerias entre a instituição e as empresas associadas ao sindicato.
Daiana mencionou alguns laboratórios da Feevale disponíveis que podem beneficiar as indústrias do plástico, como, por exemplo: o Centro de Tecnologias Limpas; o Laboratório de Estudos Avançados em Materiais; a Central Analítica, a Oficina Tecnológica e o Laboratório de Análises Toxicológicas.
 
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