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Porto Alegre, segunda-feira, 02 de julho de 2018.
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Osni Machado

Empresários & Cia

Notícia da edição impressa de 02/07/2018. Alterada em 02/07 às 01h00min

Tecnopuc quer mil startups em 10 anos

Rafael Prikladnicki, e Leandro Pompermaier

Rafael Prikladnicki, e Leandro Pompermaier


/FREDY VIEIRA/JC
O Parque Científico e Tecnológico da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (Tecnopuc) tem como meta atingir mil startups dentro de suas instalações nos próximos 10 anos. Fundado em 2003, o parque vem em uma evolução constante e neste ano completa 15 anos de atuação, com mais de 150 empresas instaladas e 6.500 pessoas trabalhando. Além disso, possui também convênio de colaboração e interação com mais de 150 países.
O diretor do Tecnopuc, Rafael Prikladnicki, lembra do início das atividades, quando o parque tinha 20 mil metros quadrados de área, apenas 20 empresas e 480 pessoas trabalhando no local. Hoje, detalha o diretor, o espaço utilizado se expandiu e atinge 90 mil metros quadrados de área. "Trata-se de um crescimento constante, feito ao longo destes anos e muito voltado ao desenvolvimento do ambiente de atração empresarial via conexão com a Pucrs. Nós possuímos um foco claro na transformação de conhecimento em negócio e a estratégia para os próximos 10 anos é atrairmos para cá, mil startups, ou seja, mil negócios inovadores. A ideia é fazer este crescimento em escala", explica Prikladnicki.
O professor destaca que o objetivo do parque é proporcionar um ambiente favorável para estas empresas e as suas gerações de negócios. Lembra que a universidade tem este ambiente ideal, com os seus mais de 20 mil acadêmicos, professores e pesquisadores com uma capacidade muito grande de trabalhar ideias voltadas a atender as necessidades reais de um mundo cada vez mais tecnológico resolver problemas que afetam a sociedade em geral. E para atender as suas finalidades, o Tecnopuc está vinculado à Superintendência de Inovação e Desenvolvimento da universidade, que é ligada diretamente à reitoria.
O gestor do Tecnopuc Startups, Leandro Pompermaier acrescenta o seu posicionamento as explicações dada por Prikladnicki, lembrando que desde a criação do parque até hoje teve como objetivo trabalhar o conhecimento geral dentro da Pucrs junto a empresas já consolidadas instaladas no local e também propiciar uma sinergia. Diz que a Pucrs está devidamente apta a proporcionar o desenvolvimento cientifico e de oferecê-lo ao setor empresarial; hoje, a universidade encontra-se entre as melhores do Brasil.
"A inovação tecnológica que vai causar impacto na sociedade virá não só dos bancos da universidade, mas pelo auxílio deste conhecimento gerado por meio das pequenas empresas nascentes. Elas irão colocar em prática tais avanços e fazer com que cheguem de forma rápida as mãos da sociedade e, deste modo, possam causar o impacto desejado", explica. Ele diz que é preciso aproximar grandes empresas, todos os playres e com a expertise do Tecnopuc colocar as ferramentas necessárias nas mãos dos jovens para que eles possam se desenvolver e fazer com que parque tenha mil startups daqui há 10 anos .
 
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