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Porto Alegre, terça-feira, 03 de julho de 2018.

Jornal do Comércio

Colunas

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Carlos Pires de Miranda

De Olho na tevê

Notícia da edição impressa de 03/07/2018. Alterada em 02/07 às 22h16min

Os melhores contra o México

Escolheram Neymar. Mas no jogo que eu vi ontem, Willian foi o craque, Thiago Silva o expoente na defesa, Fagner, Firmino e Neymar foram ótimos, em uma vitória promissora do Brasil. Alisson recuperou-se da falha contra a Suíça, com firmes saídas na pequena área - a não ser na primeira bola que chegou ali, na qual ele deu um soquinho ineficiente. O grande goleiro esteve, sim, do outro lado: sou fã de Ochoa desde 2014, quando ele garantiu o empate do México contra o Brasil, em Fortaleza.
Um strike nos favoritos
Alguém apostaria que as poderosas Alemanha, Argentina e Espanha seriam mandadas precocemente para casa? Que os atuais campeões mundiais, consagrados pelos 7 a 1 no Brasil, perderiam para México na estreia e Coreia na despedida? Que os japoneses, tidos como ingênuos, apavorariam a badalada seleção belga até os últimos segundos? Que a desacreditada Rússia eliminaria a Espanha? Que os gigantes Messi e Cristiano Ronaldo sairiam de cena tão cedo? Em qualquer Copa as zebras aparecem. Mas vamos combinar, a de 2018 está caprichando no quesito.
Do lado de lá, quem já morreu
É normal que a cada jogo aumente o grau de dificuldade. Certo, mas face à eliminação de seleções com o peso das retratadas na nota acima, essa afirmação continuará verdadeira? Olho o outro lado da tabela e não vejo ninguém superior ao Brasil. Nem a surpreendente Suécia, ou a Suíça, ou a Inglaterra, berço do futebol, que hoje enfrenta a esforçada Colômbia. Do lado de cá, a história é bem outra: teremos Bélgica, que me assusta, depois França ou Uruguai. Todas são perigosas ameaças em nosso caminho até a final. Mas se chegarmos a ela, vai ser difícil o hexa escapar.
Árbitro de vídeo também erra
Já defini o árbitro de vídeo como indispensável ao moderno futebol. O sistema proporciona a quem está com o apito a mesma clareza de julgamento que nós temos, desde a poltrona de casa. Ou seja: os milhões - às vezes bilhões - de telespectadores são premiados com o que interessa: a verdade. Os 50 mil que estiverem no estádio ganham em emoção - ou o que é aquele tempo de espera pela decisão final? - e com a certeza de que o lance foi visto e revisto. Como ficou escancarado no pisão que Neymar sofreu sem que o mexicano tenha sido expulso, o VAR não é infalível. Mas ajuda - e muito - a credibilidade do futebol.
Pitacos
  • Domingo, ao invés de Copa, às 11h teremos Corinthians e Grêmio. Amistoso importantíssimo à preparação dos elencos, com desafiadores compromissos neste segundo semestre. No SporTV.
  • Comentaristas de ontem, no jogo do Brasil: na Globo, Casagrande e Ronaldo; na Fox, Edmundo e PVC; no Sportv, Lédio Carmona e Ricardinho. Quatro ex-jogadores e dois profissionais de carreira.
  • Tite, na coletiva após a vitória sobre o México, valeu-se de seu auxiliar Sylvinho para explicar táticas empregadas no jogo. Sabe delegar.
  • Também repórteres que cobrem a Copa têm demonstrado alto nível de conhecimento. Ótimo.
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