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Porto Alegre, terça-feira, 27 de outubro de 2020.

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
terça-feira, 27 de outubro de 2020.
Notícia da edição impressa de 27/10/2020.
Alterada em 26/10 às 21h47min

Seu Jorge I

FERNANDO ALBRECHT/ESPECIAL/JC
Antes do cantor de mesmo nome, Jorge de Oliveira, 72 anos, já desfilava sua elegância engravatada - tem mais de 2 mil gravatas - na passarela do Centro Histórico de Porto Alegre. Devoto de São Jorge, daí o santinho, medalha e outros apetrechos do santo guerreiro, Jorge já foi publicitário na SGB Propaganda, agência nacional de peso nos anos 1970.
Antes do cantor de mesmo nome, Jorge de Oliveira, 72 anos, já desfilava sua elegância engravatada - tem mais de 2 mil gravatas - na passarela do Centro Histórico de Porto Alegre. Devoto de São Jorge, daí o santinho, medalha e outros apetrechos do santo guerreiro, Jorge já foi publicitário na SGB Propaganda, agência nacional de peso nos anos 1970.

O brete perfeito

O juro baixo e até negativo tem prejudicado a rolagem da dívida pública. Investidores buscam outras formas como dólar e imóveis para, a pelo menos, proteger seu capital da inflação. O governo federal precisa continuar pagando o auxílio emergencial à população pelo contexto atual, mas, ao mesmo tempo, também precisa suspendê-lo porque o rombo fiscal está aí. É o brete perfeito.

Perigo no gás

O novo presidente da Bolívia, Luis Arce, quer rever o acordo de fornecimento de gás natural ao Brasil. Pode influir no preço de venda da Sulgás se o reajuste for salgado. A esquerda toma decisões ideológicas em vez do pragmatismo que norteia os negócios inter-nações.

Normais e anormais

Isabel e José Fogaça tem toda a razão em ficar indignados com o plágio da música Porto Alegre é Demais, por parte de um candidato a vereador de Porto Alegre. Nem vermelhos ele e seu partido ficaram. Uma pessoa normal nem pensaria na hipótese, mas pessoas normais são cada vez menos encontráveis. O anormal tomou conta.

Os dois cheiros

Basta um prédio ter marquise para atrair os sem-teto. Uns poucos facilitam a vida dos zeladores, deixando o local relativamente limpo pela manhã; outros deixam restos de comida e forte cheiro de urina, depois substituído pelo cheiro de creolina na lavagem. Banheiros públicos inexistem, porque costumam ser polo de atração para uso e venda de drogas.

Como uma...

Todos os países que tiveram altos índices de infecções no início da pandemia enfrentam agora a temida segunda onda de Covid-19. Ainda não ficou claro se a taxa de letalidade é igual ao primeiro vagalhão.

...onda no mar

A dúvida nervosa é sobre como ficará o Brasil nessa volta. Outra questão é se o vírus nestes países será tão agressivo numa nova rodada, porque tudo indica que ele veio para ficar, nem que seja como endemias.

A China na esquina I

Comentários sobre a China estão cada vez mais presentes nas redes sociais, agora com tom de preocupação sobre seu avanço no Brasil. Por serem redes sociais, cometem erros turbinados pela paranoia, levando a colocações primárias e fora do contexto. Mas na origem, têm razão: a China está em todas e crescendo. Comprando tudo que lhe interessa.

A China na esquina II

Na década de 1950, o Brasil tinha temor e ódio contra o imperialismo norte-americano, então, pode ser que em breve ele seja substituído pelo imperialismo chinês. A diferença é que agora a esquerda brasileira adora a China. O MST tece loas ao país de forma tão insistente que se começa a ter desconfianças de que alguém colocou jabuti com dinheiro na árvore.

A China na esquina III

A polvadeira levantada pelo presidente Jair Bolsonaro em torno da vacina chinesa tem mais a ver com sua reeleição e menos com sua presumível eficácia. É uma ironia que o país onde tudo começou tenha lançado a primeira vacina. Mas não só. Mesmo o Imperial College de Oxford e o laboratório Astra-Zeneca usam componentes chineses no seu produto. Vitória do comunismo capitalista. Sai dessa, Karl Marx.

Tragédia nacional

Ao receber a Medalha da 55ª Legislatura da Assembleia Legislativa das mãos do deputado estadual Tenente Coronel Zucco (PSL), a ministra Dalmares Alves, da Família, disse que 42 mil crianças e adolescentes desaparecem por ano no Brasil. Destas, entre 8 a 11mil não são encontradas.

A volta dos ônibus

Desde ontem, estão autorizadas mais 1.220 viagens diárias de ônibus na Capital. Já não era sem tempo a liberação da prefeitura. Usuários precisavam esperar muito tempo nas paradas. A culpa não era das empresas, mas elas que pagavam o pato.

Amazônia Legal

Advocacia-Geral da União (AGU), por meio da Força-Tarefa em Defesa da Amazônia, ajuizou 27 ações civis públicas cobrando R$ 893 milhões de desmatadores da Amazônia Legal. O objetivo é garantir a reparação dos danos ambientais causados pelos infratores a cerca de 35 mil hectares de floresta. As ações ajuizadas pedem a indisponibilidade de bens e valores de 23 réus e 41 responsáveis solidários.

Miúdas

  • DOS 13 novos cardeais nomeados pelo Papa, seis são italianos. Política da boa vizinhança.
  • NASA descobriu água na Lua. Não demora e a humanidade a suja. O ser humano não falha.
  • SOBRE a polêmica do guapuruvu na 24 de Outubro: no Interior não gostam dela por ser árvore frágil.
  • ALÉM das luvas dos bufês, sacolas plásticas dos supermercados também não abrem fácil.
  • PERGUNTINHA: em qual sacola o coronavírus se sente mais em casa, nas de pano ou de plástico?
  • MIGRAÇÃO dos canais AM para FM tem mais uma etapa. Anatel abriu consulta pública.
  • CORREÇÃO: o teste do Covid é RT-PCR e não como constou.
  • ALIÁS, o corretor da Samsung deve ter acordo com a Honda. Escreve Covid e aparece Civic.

Coisas que irritam

Seja em repartições públicas seja em estabelecimentos comerciais, a coisa mais irritante é o atender duas pessoas ao mesmo tempo. O fenômeno tem a ajuda de gente que fura a fila a pretexto de pedir "só uma informação" que é atendida. Outro fator é tentar diminuir a fila com a duplicidade.

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Fernando Albrecht
Fernando Albrecht
Informações exclusivas em notas curtas, objetivas e bem-humoradas. Bastidores da política, observações econômicas, causos do cotidiano e um olhar diferenciado sobre a vida urbana estão na coluna Começo de Conversa.