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Porto Alegre, sexta-feira, 14 de agosto de 2020.
Dia do Controle de Poluição Industrial.

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
sexta-feira, 14 de agosto de 2020.
Notícia da edição impressa de 14/08/2020.
Alterada em 13/08 às 21h59min

Em Canela como na Disney

CLEITON THIELE/SERRAPRESS /DIVULGAÇÃO/JC
O 33° Sonho de Natal de Canela, que foi reprogramado para ocorrer entre 22 de outubro e 10 de janeiro de 2021, será inspirado nas paradas da Disney. Em parceria com os parques e atrações de Canela, a Secretaria de Turismo e Cultura anunciou a criação de uma inédita Parada de Natal. "Estamos trabalhando para fazer o melhor Natal possível dentro das condições impostas pela pandemia", afirma o secretário de Turismo e Cultura do município, Ângelo Sanches.
O 33° Sonho de Natal de Canela, que foi reprogramado para ocorrer entre 22 de outubro e 10 de janeiro de 2021, será inspirado nas paradas da Disney. Em parceria com os parques e atrações de Canela, a Secretaria de Turismo e Cultura anunciou a criação de uma inédita Parada de Natal. "Estamos trabalhando para fazer o melhor Natal possível dentro das condições impostas pela pandemia", afirma o secretário de Turismo e Cultura do município, Ângelo Sanches.

Historinha de sexta

Bar Pelotense, rua Riachuelo, 1.975, 11h de sábado. Dois senhores de idade entram, sentam em uma das mesas de mármore com ferro trabalhado. Vem o garçom Elpídio, comanda na mão, Bic atrás da orelha.

- Dois chopes, rápido.

Muita sede. Assim que os copos chegam à mesa, eles fazem um brinde batendo os copos, e bebem como se viessem do deserto. Mal estavam na metade ouve-se um barulho estranho vindo do alto pé direito da casa.

Um pesado ventilador de teto de pás metálicas se desprende e mergulha direto. Espatifa-se e espatifa a mesa. Por milagre, bem na hora em que os dois estavam curvados para trás, bebendo. Houve um silêncio atônito no recinto, até que um deles levantou o dedo.

- Mais dois.

O garçom trouxe pressurosamente os chopes. O mais velho levantou e falou como se estivesse em campanha.

- Olhem só nossa sorte dupla. Saímos de Barra do Ribeiro de manhã, e ao entrar na BR-116, um caminhão pegou nosso Opala de cheio, perda total. Não sobrou nem a tampa do porta-luva. E nenhum de nós teve um só arranhão! E agora vem essa do ventilador assassino.

Sentou e pediu mais dois chopes. Desta vez, todos os fregueses brindaram juntos. Até o Elpídio, com seu reluzente dente de ouro, acompanhou o brinde.

Rumo à extinção I

Greve Geral. Mobilização não afeta circulação de ônibus em Porto Alegre.
Greve Geral. Mobilização não afeta circulação de ônibus em Porto Alegre.
/LUIZA PRADO/JC
Lá vem de novo Sua Majestade, o prefeito, com a ideia de cobrar pedágio para carros que circulam no Centro de Porto Alegre. Mais R$ 4,70 no lombo do contribuinte e infeliz proprietário de um automóvel, que já paga IPVA para o governo do Estado. Como é que vão fazer a logística da cobrança é que são elas. Vai ser um milagre de engenharia financeira e de trânsito. O objetivo da ideia é baratear o preço da passagem de ônibus.

Rumo à extinção II

Claro que tem o detalhe, como os que usam carro para entregar encomendas, sem falar em ene situações em que o infeliz em questão precisa entrar na área central várias vezes por dia, e não para passear, mas, sim, para trabalhar. Já embretados por faixas azuis, não há mais dúvidas de que a prefeitura pretende extingui-los na marra.

Esperança no radar

Se o estudo da Ufrgs estiver certo, e tomara que esteja, o pico das internações será ainda neste mês, com queda acentuada em setembro. Ou seja, o vírus amansou, para resumir a ópera. A partir daí, podemos sonhar com a volta paulatina à vida normal. Evidentemente, bem mais pobres.

Selva de números I

Os bancos estão sofisticando cada vez mais as senhas de acesso às contas. A explicação está nas fraudes. Vá que seja, mas alguns estão deixando os correntistas perdidos numa selva de números. Até mesmo a operação de saque nos caixas eletrônicos exige número cada vez maior de letras e números.

Selva de números II

Até token é preciso em muitos casos. Ou precisa estar com o celular ligado nos dados móveis para inserir mais uma sucessão de números aleatórios. Quando começou a Era das Senhas, havia um cálculo que uma pessoa utilizava 23 delas, em média. Hoje, é preciso ser nerd para operar com banco.

Acordo histórico

Vale o chavão para definir o acordo assinado por Donald Trump com os Emirados Árabes Unidos. Segue a tradição de presidentes republicanos na área de conflitos externos. Quem começou a guerra do Vietnã foi o democrata John Kennedy e quem a terminou foram os republicanos. Quem reatou com a China foi o ultra-republicano Richard Nixon.

Negócio é negócio

Por causa do câmbio, a China está comprando soja dos Estados Unidos, como observou Antônio Sartori, da Brasoja. Por mais que os dois países briguem, a ponto de influenciar as bolsas mundiais, negócio é negócio. E mais uma vez fica comprovado que tudo na vida é câmbio. Até para a pessoa física.

O negócio é bom...

...quando é bom para os dois. Em uma semana de operação especial para permitir o escoamento da safra paraguaia por hidrovia, a usina de Itaipu aumentou sua produção de energia elétrica em 12%. Esse aumento possibilitou mais água turbinada e, por consequência, elevar em um metro o nível do rio a jusante (abaixo da barragem) da hidrelétrica, possibilitando a navegabilidade do carregamento de grãos do país vizinho para o mercado internacional.

Saúde e negócios

A Unicred Integração e a Bateleur realizam, no dia 18, às 19h30min, a live Saúde e Negócios: Impactos da Covid-19 e Perspectivas no Setor da Saúde. O encontro, via Instagram, reunirá o sócio da Bateleur e especialista no setor, Marcelo Sanvitto, e o presidente da cooperativa, Antonio Cesar de Oliveira Cé. A live pode ser acessada pelo perfil @unicredintegracao.

A segunda onda

Já começou um novo estágio de preocupação, que pode ser resumida na expressão "ninguém está pagando". E não sem motivo, mas arde demais no credor. Estamos na onda da peladura: devo, não nego, pagarei quando puder. E nunca podem.

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Fernando Albrecht
Fernando Albrecht
Informações exclusivas em notas curtas, objetivas e bem-humoradas. Bastidores da política, observações econômicas, causos do cotidiano e um olhar diferenciado sobre a vida urbana estão na coluna Começo de Conversa.