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Porto Alegre, segunda-feira, 29 de junho de 2020.
Dia da Telefonista.

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
segunda-feira, 29 de junho de 2020.
Notícia da edição impressa de 29/06/2020.
Alterada em 28/06 às 23h07min
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Protesto do comércio

Protesto na frente da Prefeitura em Porto Alegre pela reabertura do comércio

Protesto na frente da Prefeitura em Porto Alegre pela reabertura do comércio


/Graciele Moraes/Divulgação/JC
Proprietários das mais diversas operações gastronômicas fizeram novo protesto na frente da prefeitura de Porto Alegre na sexta-feira. Da consternação, os manifestantes passaram para outra fase: a do "não dá mais". Também fizeram manifestação, mas em frente ao Palácio Piratini, profissionais de Educação Física e academias. 
Proprietários das mais diversas operações gastronômicas fizeram novo protesto na frente da prefeitura de Porto Alegre na sexta-feira. Da consternação, os manifestantes passaram para outra fase: a do "não dá mais". Também fizeram manifestação, mas em frente ao Palácio Piratini, profissionais de Educação Física e academias. 

Rebeldia de rebento

Deve ter um bocado de mães se dando conta de que o problema não era a professora no fim das contas. É um drama paralelo para os pais, aguentar a rebeldia dos rebentos.

Até quando vai...

Da forma que a situação se encontra, na realidade, o poder público está é empurrando a parada geral com a barriga. Como não existe no horizonte nenhum sinal de que o vírus suma do mapa, mais dia menos dia ou quebra todo mundo ou começa a flexibilizar.

...a parada geral?

Veja- se o caso da H1N1, epidemia que teve seu fim em 2012, mas cujo vírus segue vivo, forte e matando até hoje. Abstraindo a questão do congestionamento hospitalar, imaginem se ele também desencadeasse o tudo fechado. Enfim, é uma danada escolha de Sofia.

E os outros?

Qual será o número de pessoas que desenvolveram infecções como a pneumonia derivadas da gripe comum e que necessitam de UTI? Certamente as há. E um bocado de perguntas que podem ter respostas envergonhadas.

Máscaras, o lado ruim I

O primeiro é o custo. A turma da Geladeira Cheia pode não ter essa preocupação, mas para os caras da Geladeira Vazia, pesa muito no bolso. Mesmo usando apenas uma por dia, as descartáveis custam em torno de R$ 300,00 por mês. Para quem ganha pouco, nem pensar.

Máscaras, o lado ruim II

A falta de fôlego da população isolada se deve à interrupção de atividade física elementar, piorada pelo uso da máscara. Não tem como evitar, entra menos oxigênio. Fabricantes internacionais já produzem máscaras apropriadas para este fim, mas o custo deve ser proibitivo.

Doce ilusão

Saber iludir-se bem é a primeira qualidade do estadista, já disse o poeta Fernando Pessoa. Bem apanhado. Em terras brasileiras, quem reforça essa ilusão aos governantes é a turma do tapinha nas costas e dos puxa-sacos.

Pena de norte

No Aeroporto Paris-Orly, mas só para o coronavírus, o Nojento. Robôs que circulam por entre os passageiros, câmaras térmicas e um neon azul que liquida com o vírus são algumas novidades em Orly, já aberto para turistas. Essa pena de morte todo mundo aprova.

A teoria do cavalo

Cavalo ganha uma vez, sorte; cavalo ganha duas vezes, coincidência; cavalo ganha três vezes, aposta no cavalo. De algum tempo para cá, o presidente Jair Bolsonaro tem se afastado dos olavistas, fez agrado ao Supremo Tribunal Federal, deixando de arrostá-lo, e nomeou um ministro de Educação fora do espectro ideológico. Parece tendência.

Câncer infantil

A Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa aprovou, por unanimidade, parecer favorável ao projeto do deputado estadual Tenente-Coronel Zucco (PSL) que institui a política de diagnóstico e tratamento do câncer infanto-juvenil. A elaboração do texto teve importante participação do Instituto do Câncer Infantil. Em resumo, facilita a internação em centros especializados de quem sofre da doença, na faixa de zero a 19 anos.

A ilha do Fedoca

pg3 Movimento nas ruas de Gramado

ILTON MULLER/DIVULGAÇÃO/JC
Sempre inventando alguma em Gramado, o prefeito Fedoca Bertolucci (PDT) criou a Ilha Pedestre no Centro da cidade. Automóvel não entra. A ilha foi testada em dois finais de semana e a população fixa e variável adorou. Respeitando a distância, é claro.
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Fernando Albrecht
Fernando Albrecht
Informações exclusivas em notas curtas, objetivas e bem-humoradas. Bastidores da política, observações econômicas, causos do cotidiano e um olhar diferenciado sobre a vida urbana estão na coluna Começo de Conversa.