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Porto Alegre, terça-feira, 03 de março de 2020.
Dia do Meteorologista.

Jornal do Comércio

Notícia da edição impressa de 03/03/2020.
Alterada em 03/03 às 12h16min
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O grande desafio I


GIOVANNI TUMELERO/ESPECIAL/JC
A foto foi tirada na fronteira entre Chile e Peru, na cordilheira dos Andes. A estrutura precária é usada para a migração de estrangeiros que querem ingressar no país e atravessar a inóspita Reserva Nacional da Fauna Andina, um trajeto que chega a quase 5 mil metros de altitude em meio ao deserto, sem estradas definidas e muito menos sinalização. Por conta disso, não tem como ter energia elétrica convencional, só com placas solares. 
A foto foi tirada na fronteira entre Chile e Peru, na cordilheira dos Andes. A estrutura precária é usada para a migração de estrangeiros que querem ingressar no país e atravessar a inóspita Reserva Nacional da Fauna Andina, um trajeto que chega a quase 5 mil metros de altitude em meio ao deserto, sem estradas definidas e muito menos sinalização. Por conta disso, não tem como ter energia elétrica convencional, só com placas solares. 

O grande desafio II

Em uma altitude de 3,8 mil metros, tudo funciona mal. Os motores não adaptados superaquecem de dia, e o combustível congela com até 15 graus negativos à noite. Giovanni Tumelero, diretor do JC, que lá esteve, conta que os motores dos carros vendidos nos dois países precisam ser adaptados para funcionar nessas condições. Para quem não é nativo, a subida precisa ser gradual, para dar tempo ao organismo de se adaptar. Mesmo assim, é jogo duro suportar a falta de oxigênio.

De primeira

pg3 BRDE 1 na Cotrijal 2 - mauro moraees

/MAURO MORAES/DIVULGAÇÃO/JC
Já no primeiro dia da Cotrijal, o BRDE assinou liberação de R$ 87 milhões para três contratos, assinados pelo vice-presidente do banco, Luiz Corrêa Noronha. O prestígio da instituição é alto. Além do governador Eduardo Leite (PSDB), estavam lá a ministra Tereza Cristina, da Agricultura, e Onyx Lorenzoni (DEM), da Cidadania, além de deputados e do ex-ministro Odacir Klein.

Coronavírus

Da metade da semana em diante, saberemos se o número de casos vai aumentar no Brasil por conta do efeito Carnaval. Multidões abraçadas e turistas de todo o mundo é tudo que ele quer.

Baixa produtividade...

O Brasil sempre foi conhecido por ter baixa produtividade no trabalho em comparação com outros países. Mas a situação começou a se agravar nos últimos anos. Segundo estudo do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas, de 1981 a 2018, a renda per capita do País cresceu 0,9%, enquanto a produtividade avançou apenas 0,4%. E pode piorar ainda mais pela queda na taxa de natalidade, que significa menos pessoas entrando no mercado de trabalho.

...um dos males do Brasil

O professor Sérgio Sakurai, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP em Ribeirão Preto, diz que "a produtividade média de um brasileiro típico vem se mantendo muito baixa há 20, 30 anos. É tão baixa que um trabalhador brasileiro leva uma hora para fazer o mesmo produto ou serviço que um norte-americano faz em 15 minutos e um alemão ou coreano, em 20 minutos", insiste o professo paulista.

Zonas quentes e frias I

O novo formato pretendido pelo governo do Estado para o projeto de revitalização do Cais Mauá, em Porto Alegre, é daqueles de esperar sentado. Operações avulsas dependem uma da outra para ter êxito, e isso demanda muito tempo. Mais uma vez, somos engolidos pela nossa histórica reputação de procrastinar o futuro. Paralelamente, o Centro Histórico da Capital vem crescendo como rabo de cavalo ao longo das décadas - para baixo.

Zonas quentes e frias II

Levantamentos feitos por empresas caçadoras de espaços mostram a inevitabilidade do fim de qualquer atrativo para a área central. Quem salva a lavoura é o Mercado Público. O resto é o resto, o paraíso dos camelôs, lanchonetes e bastantões. Zonas quentes, hoje, são bairros como Moinhos de Vento, Auxiliadora, Bela Vista e outros que abrem operações gastronômicas atrativas. Nenhum santo salva o Centro da sua irremediável decadência.

Movidos a cartão

Além de assaltantes terem adotado as maquininhas de cartão, a tecnologia também foi adotada por flanelinhas que se oferecem para lavar o carro. De tanto ouvir que "estou sem trocado" em resposta, eles sacam a máquina, que custa em torno de R$ 200,00 apenas.

Miúdas

  • GANGUES estão atacando prédios residenciais cedo de manhã. Todo cuidado é pouco ao abrir a porta do prédio ou garagem.
  • TUDO tem dois lados. Por um lado, todas as operações gastronômicas voltam à normalidade; por outro, adeus trânsito tranquilo.
  • GOVERNOS estadual e federal cometeram um erro fatal ao negociar com os PMs amotinados. Abriram precedente para outras corporações.
  • VALOR do pedágio da EGR para carros nas praças de Gramado, Três Coroas e São Francisco de Paula cairá de R$ 7,90 para R$ 7,10.
  • SE um jornalista se achar no direito de falar da vida íntima de autoridades, também deveria abrir a sua para uso do atingido.
 

Finais

INAUGURADA há pouco tempo, a loja da Panvel em Soledade já é a terceira aberta neste ano. A rede estima abrir 50 novas lojas em 2020 no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina, no Paraná e em São Paulo. INSTALAÇÃO ou não da Mina Guaíba, na Região Metropolitana da Capital, será debatida em congresso nacional de carvão mineral dia 25, na Pucrs.
 
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Fernando Albrecht
Fernando Albrecht
Informações exclusivas em notas curtas, objetivas e bem-humoradas. Bastidores da política, observações econômicas, causos do cotidiano e um olhar diferenciado sobre a vida urbana estão na coluna Começo de Conversa.