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Porto Alegre, sexta-feira, 11 de outubro de 2019.
Dia Internacional do Combate à Obesidade.

Jornal do Comércio

Notícia da edição impressa de 11/10/2019.
Alterada em 11/10 às 03h00min
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Continental desenvolve o possível pneu do futuro

Sistemas embutidos na roda monitoram e ajustam a pressão do pneu, além do seu desgaste

Sistemas embutidos na roda monitoram e ajustam a pressão do pneu, além do seu desgaste


CONTINENTAL/DIVULGAÇÃO/JC
Aliando engenharia inteligente e integração eletrônica, o protótipo de pneu consegue monitorar e ajustar a pressão em seu interior em tempo real, usando uma bomba centrífuga embutida na roda. Essa bomba aplica a força de rotação da roda para aumentar a pressão do ar e, assim, manter o pneu rodando dentro das especificações adequadas. O pneu também é capaz de monitorar a profundidade dos sulcos - ou seja, o próprio desgaste.
Aliando engenharia inteligente e integração eletrônica, o protótipo de pneu consegue monitorar e ajustar a pressão em seu interior em tempo real, usando uma bomba centrífuga embutida na roda. Essa bomba aplica a força de rotação da roda para aumentar a pressão do ar e, assim, manter o pneu rodando dentro das especificações adequadas. O pneu também é capaz de monitorar a profundidade dos sulcos - ou seja, o próprio desgaste.
O consumo de combustível é influenciado diretamente pela calibragem dos pneus, o que deixaria de ser um problema com a tecnologia desenvolvida pela empresa alemã. Como exemplo, uma pressão dos pneus apenas 3,0 psi (ou libras) abaixo do indicado, causa um aumento de 2% no consumo de combustível - tendo como base tais números, um veículo que rodasse 30 mil quilômetros em um ano desperdiçaria um tanque de 55 litros.
“Além da segurança ficar em risco quando um veículo trafega com pneus com pressão inferior ou superior à recomendada pelo fabricante, a vida útil dos pneus pode ser reduzida em cerca de 50%", argumenta Rafael Astolfi, gerente de assistência técnica da Continental.
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Vinicius Ferlauto
Vinicius Ferlauto
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