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Porto Alegre, terça-feira, 11 de junho de 2019.
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Justiça

Edição impressa de 11/06/2019. Alterada em 11/06 às 03h00min

Dodge está 'à disposição' para seguir na PGR

Mandato da procuradora-geral da República se encerra em setembro

Mandato da procuradora-geral da República se encerra em setembro


NELSON JR./SCO/STF/JC
A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, afirmou, na sexta-feira, estar à disposição do presidente Jair Bolsonaro para continuar no cargo. O mandato dela, que foi nomeada em 2017, termina em setembro.
Dodge não é candidata à lista tríplice que será votada entre os integrantes da carreira do Ministério Público Federal e que será enviada a Bolsonaro para escolher seu sucessor na Procuradoria-Geral da República (PGR). Ela, no entanto, poderá ser reconduzida ao cargo por decisão do presidente. Em Brasília, há um movimento dos meios políticos para convencer Bolsonaro a declarar apoio à procuradora-geral.
"Eu estou à disposição, tanto da minha instituição quanto do País, para uma eventual recondução, eu não sei se isso vai acontecer", disse ela, antes de participar de encontro regional de promotoras e procuradoras sobre questões de gênero, em São Paulo.
Dodge informou que não conversou com Bolsonaro sobre a recondução e negou fazer articulações nesse sentido. Questionada sobre se o presidente deveria seguir a indicação de um dos nomes da lista tríplice, a procuradora se limitou a responder que esta é uma decisão que cabe ao presidente.
Neste ano, dez nomes registraram candidaturas. Entres os subprocuradores-gerais estão Nívio de Freitas Silva Filho, Paulo Eduardo Bueno, Carlos Fonseca, José Bonifácio de Andrada e Silva, Luiza Frischeisen e Mário Bonsaglia. Entraram na disputa também os procuradores regionais Vladimir Aras, Lauro Cardoso, Blal Dalloul e Robalinho Cavalcanti. Também há candidatos "avulsos" na disputa. Um deles é o subprocurador Augusto Aras, que se apresenta como interessado no cargo de procurador-geral, mas prefere não participar das eleições internas.
 
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