Porto Alegre, terça-feira, 05 de janeiro de 2021.

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
terça-feira, 05 de janeiro de 2021.
Corrigir texto

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Comércio exterior

- Publicada em 03h00min, 05/01/2021.

Wilson Sons bate recorde de exportação de arroz via Tecon

Principais destinos são países dos continentes americano e africano, entre eles EUA e África do Sul

Principais destinos são países dos continentes americano e africano, entre eles EUA e África do Sul


jorgito santos/divulgação/jc
A Wilson Sons registrou, de janeiro a novembro de 2020, volume recorde de exportação de arroz via Tecon Rio Grande nos seus mais de 23 anos de operação. Foram 10 mil contêineres exportados do grão. É a primeira vez que esta marca é atingida em um único ano no Tecon Rio Grande.
A Wilson Sons registrou, de janeiro a novembro de 2020, volume recorde de exportação de arroz via Tecon Rio Grande nos seus mais de 23 anos de operação. Foram 10 mil contêineres exportados do grão. É a primeira vez que esta marca é atingida em um único ano no Tecon Rio Grande.
Os principais destinos são países dos continentes americano e africano, especialmente Peru, Estados Unidos, México, Venezuela, Guatemala, Cabo Verde, África do Sul e Angola. Os embarques de arroz pelo terminal de Rio Grande já superaram 252 mil toneladas neste ano.
O Peru segue como principal destino do arroz embarcado no Tecon Rio Grande, com incremento de 12% em volume na comparação com 11 meses de 2019. Segundo o Diretor-Presidente do terminal, Paulo Bertinetti, uma combinação de fatores vem contribuindo para os bons resultados, como a boa produtividade na colheita da safra 2019/2020 - superando as expectativas de produção -, a conquista de novos mercados e a mudança no perfil de consumo provocada pela pandemia.
"Essa mudança vem favorecendo os alimentos básicos e uma forte desvalorização do Real, tornando o preço do cereal brasileiro mais competitivo no exterior e aumentando a rentabilidade para o exportador", explica Bertinetti.
As perspectivas, ao que tudo indica, devem permanecer animadoras a quem exporta arroz para o resto do mundo. De acordo com estimativas prévias do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), é esperada uma produção em torno de 2,4% a 2,7% menor do cereal na safra 2020/2021. Porém, diante do cenário de provável manutenção da taxa de câmbio em patamares elevados no próximo ano, a exportação segue com um atrativo a mais.
"Em 2020, o arroz alcançou dois mercados importantes, o México e a África do Sul. Seguindo a estratégia do mapa de diversificação de mercados e de consolidação do Brasil como fornecedor global de alimentos, continua possível a abertura de novos negócios não só para o arroz, mas para outros produtos do agronegócio", considera o diretor-presidente do Tecon Rio Grande.
 
Comentários CORRIGIR TEXTO