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- Publicada em 09h37min, 28/10/2020. Atualizada em 10h07min, 28/10/2020.

Caminhoneiros pedem retirada de 'urgência' de projeto de cabotagem do Congresso

Pedido foi feito em carta enviada pela associação ao ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas

Pedido foi feito em carta enviada pela associação ao ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas


MARCELO CAMARGO/ABR/JC
A Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores (Abrava) está pedindo ao governo federal a retirada da "urgência" do projeto de lei 4.199/220, que institui o Programa de Estímulo ao Transporte por Cabotagem, apelidado de "BR do Mar", do Congresso nacional. O projeto está na pauta da Câmara dos Deputados para votação nesta semana e altera as regras do transporte marítimo entre portos. O pedido foi feito em carta enviada pela associação ao ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas.
A Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores (Abrava) está pedindo ao governo federal a retirada da "urgência" do projeto de lei 4.199/220, que institui o Programa de Estímulo ao Transporte por Cabotagem, apelidado de "BR do Mar", do Congresso nacional. O projeto está na pauta da Câmara dos Deputados para votação nesta semana e altera as regras do transporte marítimo entre portos. O pedido foi feito em carta enviada pela associação ao ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas.
Os caminhoneiros alegam que o programa pode levar à redução de trabalho para os transportadores autônomos de carga rodoviária. "Não somos contra o PL, e sim contra questões que afetam diretamente a categoria dos transportadores autônomos", afirma o presidente da Abrava, Wallace Landim, em documento obtido pelo Estadão.
A categoria argumenta também que não foi chamada à mesa de negociações, sendo "diretamente" afetada pela medida. "Entendemos a necessidade de se trazer a PL da BR do Mar, mas ela não pode significar esmagar a categoria dos caminhoneiros autônomos", diz outro trecho da carta. A associação estima que, com o programa da cabotagem instituído, possa haver perda de 40% no transporte de contêineres em longa distância para os caminhoneiros autônomos.
Agência Estado
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