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transporte

- Publicada em 13h25min, 13/08/2020. Atualizada em 13h26min, 13/08/2020.

Movimentação nos portos do Brasil cresceu 4,4% no primeiro trimestre

Granéis sólidos representaram 60,1% da movimentação total das instalações portuárias brasileiras

Granéis sólidos representaram 60,1% da movimentação total das instalações portuárias brasileiras


SCPAR PROTO DE IMBITUBA/DIVULGAÇÃO/JC
Os indicadores do Painel CNT do Transporte – Aquaviário, lançado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), mostram que a movimentação dos portos públicos e terminais privados no Brasil, de janeiro a junho de 2020, cresceu 4,4%, na comparação com o mesmo período do ano passado, totalizando 537,9 milhões de toneladas. Tal crescimento foi registrado em meio a uma crise que impactou fortemente outros segmentos do transporte.
Os indicadores do Painel CNT do Transporte – Aquaviário, lançado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), mostram que a movimentação dos portos públicos e terminais privados no Brasil, de janeiro a junho de 2020, cresceu 4,4%, na comparação com o mesmo período do ano passado, totalizando 537,9 milhões de toneladas. Tal crescimento foi registrado em meio a uma crise que impactou fortemente outros segmentos do transporte.
Considerando o perfil da carga, os granéis sólidos representaram 60,1% da movimentação total das instalações portuárias brasileiras nos seis primeiros meses de 2020, com 323,5 milhões de toneladas movimentadas. Já o transporte de granéis líquidos e gasosos somou 134,2 milhões de toneladas; e o de carga conteinerizada, 54,8 milhões de toneladas.
No ranking de movimentação dos portos em 2020 (janeiro a junho), os terminais de Ponta da Madeira-MA (15,1%) e o de Santos-SP (10,3%) lideram as estatísticas. Em sétimo lugar no levantamento, o Porto do Rio Grande respondeu por 2,3% das movimentações.
Na avaliação por tipo de movimentação, a navegação de longo curso aparece na frente com 69,8% do total, seguida da cabotagem (23,3%) e da navegação interior (6,6%). No agrupamento de produtos mais transportados, a maior parcela foi de minérios, escórias e cinzas (32,1%), seguidos por combustíveis minerais, óleos minerais e produtos da sua destilação, matérias betuminosas e ceras minerais (25,7%).
O presidente da CNT, Vander Costa, afirma que o painel reforça o compromisso da entidade em disponibilizar uma ferramenta de fácil consulta que contém indicadores atualizados, consistentes e confiáveis sobre os diferentes modos de transporte. “O transporte aquaviário mostra sua força durante a crise. Essencial ao País, continuou a movimentar e a permitir o funcionamento das cadeias logísticas que dependem das navegações marítima e hidroviária”, disse ele.
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