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- Publicada em 18h23min, 19/07/2021.

Arrecadação de ICMS segue crescendo no Rio Grande do Sul

Vendas do varejo também apresentam recuperação

Vendas do varejo também apresentam recuperação


CLAITON DORNELLES/arquivo/JC
A Receita Estadual publicou a 40ª edição do Boletim sobre os impactos da Covid-19 nas movimentações econômicas dos contribuintes de ICMS. Conforme a publicação, os principais indicadores econômico-fiscais seguem demonstrando um cenário de retomada no Rio Grande do Sul. As análises consideram a variação frente a períodos equivalentes do ano anterior, de forma que alguns dos resultados são influenciados pela comparação ocorrer frente a um período já afetado pela pandemia (junho 2021 x junho 2020).
A Receita Estadual publicou a 40ª edição do Boletim sobre os impactos da Covid-19 nas movimentações econômicas dos contribuintes de ICMS. Conforme a publicação, os principais indicadores econômico-fiscais seguem demonstrando um cenário de retomada no Rio Grande do Sul. As análises consideram a variação frente a períodos equivalentes do ano anterior, de forma que alguns dos resultados são influenciados pela comparação ocorrer frente a um período já afetado pela pandemia (junho 2021 x junho 2020).
A arrecadação de ICMS apontou o 11º mês consecutivo de variações positivas. Em junho de 2021, o resultado de R$ 3,43 bilhões foi 28,9% (R$ 770 milhões) superior a junho de 2020, impulsionado pela base comparativa deprimida e por uma série de receitas extraordinárias que são fruto, entre outros fatores, de medidas implementadas pelo fisco gaúcho e da retomada da economia.
Com isso, a arrecadação acumulada em 2021 é de R$ 21,5 bilhões, aumento de R$ 3,68 bilhões em relação ao período equivalente anterior (20,6%). Na visão dos últimos 12 meses, a arrecadação total é de R$ 42,45 bilhões - ganho real de R$ 4 bilhões ( 10,4%) frente aos 12 meses imediatamente anteriores.
A emissão de Notas Eletrônicas (Nota Fiscal Eletrônica Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica) registrou variação positiva pelo 13º mês consecutivo frente a períodos equivalentes do ano anterior. O resultado em junho foi de 33,8%, sendo o terceiro melhor resultado desde o início das análises. O pior resultado do indicador ocorreu em abril de 2020 (-16,7%). No acumulado do período da crise (16 de março de 2020 a 30 de junho de 2021), o indicador agora acumula ganho de 13,6%.
Os indicadores de transporte de cargas e de passageiros também tiveram bom desempenho no mês. O transporte de cargas apresentou variação de médio prazo (28 dias) de 40,3% em média em junho de 2021. Em abril de 2020, essa variação chegou a ser de -26,9%. O transporte de passageiros registrou evolução na emissão de bilhetes de passagem eletrônicos (BP-e) acumulada nos últimos 28 dias. A média mensal passou de 1,25 milhão em maio para 1,30 milhão em junho. A atividade, contudo, segue longe da realidade pré-pandemia (2,8 milhões).
A indústria, em seu 13º mês consecutivo de variações positivas, teve variação de 35,2% em junho de 2021. As áreas Metalmecânica, Agroindústria e Plásticos foram as principais responsáveis pela influência no resultado expressivo da atividade, seguidas pela área de indústria Química.
O atacado apresentou variação mensal em junho na ordem de 38,5% em comparação com o mesmo mês do ano anterior, após ter apresentado ganhos de 38,9% em maio e 56,3% em abril. As principais influências positivas para a performance do indicador foram os desempenhos dos atacadistas da área de Alimentos (39,4%) e Combustíveis (56,8%) especialmente em decorrência do aumento no valor de operações com soja e derivados de petróleo.
Por sua vez, o varejo registrou indicador interanual positivo de 25,7% no mês de junho de 2021, em comparação com o mesmo período de 2020. É o 11ª mês consecutivo sem apresentar variação negativa para a atividade. Em junho de 2020, mês utilizado como base comparativa, a atividade varejista ainda apresentava perdas (-2,5%), portanto a comparação com um período levemente enfraquecido influenciou os resultados positivos para a atividade. Os setores cuja variação positiva teve maior peso no impacto da atividade Varejista foram Outros Varejos (44,1%) e Combustíveis (48,3%).
 
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