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Empresas & Negócios

- Publicada em 09 de Maio de 2021 às 22:17

Rio Grande do Sul assume novo protagonismo no mapa logístico do País

Gaúcha Elevato está abrindo um novo centro de distribuição, no Distrito Industrial de Gravataí

Gaúcha Elevato está abrindo um novo centro de distribuição, no Distrito Industrial de Gravataí


/MARIANA ALVES/JC
Não são apenas empresas regionais, como Comercial Zaffari, Elevato e Fruki que têm investido em centros de distribuição no Rio Grande do Sul. O potencial logístico gaúcho vêm despertando o interesse de gigantes do varejo, caso do Magalu e da Amazon, que disputam espaços em solo gaúcho para instalar suas bases de abastecimento.
Não são apenas empresas regionais, como Comercial Zaffari, Elevato e Fruki que têm investido em centros de distribuição no Rio Grande do Sul. O potencial logístico gaúcho vêm despertando o interesse de gigantes do varejo, caso do Magalu e da Amazon, que disputam espaços em solo gaúcho para instalar suas bases de abastecimento.

O grande número de projetos logísticos anunciados recentemente no Rio Grande do Sul, principalmente no que diz respeito à instalação de centros de distribuição (CDs), vem chamando a atenção.
Muitas empresas se conscientizaram da importância de ter um modelo de transporte de cargas bem planejado para prestar um melhor serviço aos clientes, diminuir custos, não perder espaço para a concorrência e atender às demandas das suas lojas físicas e ao crescimento do e-commerce.
Entre esses novos complexos estão os CDs da Amazon e da Comercial Zaffari, em Nova Santa Rita, e da Fruki, em Farroupilha. No entanto, o município que mais tem se destacado na atração de iniciativas dessa natureza tem sido Gravataí.
Foi ali que empresas como Magazine Luiza, RD - RaiaDrogasil (fusão entre a Droga Raia e a Drogasil) e Elevato escolheram para desenvolver seus Centros de Distribuição, assim como a LOG CP seu condomínio logístico.
O prefeito gravataiense, Luiz Zaffalon (MDB), considera que a vinda de diversos empreendimentos ligados à área de transporte, nos últimos meses, representa a consolidação da cidade como um polo relevante nesse setor e no e-commerce.
O dirigente enfatiza a excelente posição geográfica do município para esse tipo de negócio. "Estamos na frente da freeway, temos uma rodovia duplicada, que é a ERS-118, que nos liga a outra rodovia importante, que é a BR-116, e estamos no caminho da Serra, da praia e a 15 minutos do aeroporto de Porto Alegre" recorda o prefeito.
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Grandes galpões logísticos, como o do Magazine Luiza, se espalham pelo Brasil. Foto: Leandro Fonseca/Divulgação/JC
Outro fator citado por ele é a mudança do local da praça de pedágio da região, o que permite que mais veículos cheguem à cidade sem precisar pagar para isso.
Zaffalon salienta que as empresas do ramo de logística precisam "estar perto de tudo" e por isso escolheram Gravataí. As companhias têm optado pelo município como ponto estratégico para abastecer ao mercado de diversas regiões do Estado. O CD da RD - RaiaDrogasil, por exemplo, que iniciou a operação no segundo semestre do ano passado, teve como objetivo atender a 150 lojas da bandeira Droga Raia do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. O complexo está localizado no condomínio logístico GLP (ERS-118) e possui 9 mil metros quadrados de área construída.
A cidade, diz o prefeito, possui cerca de 500 quilômetros quadrados, sendo 350 quilômetros de área livre disponível para a construção de novos empreendimentos.
Outro benefício dessas iniciativas, segundo ele, é que essas empresas preferem contratar pessoas locais, o que contribui para gerar emprego e renda na região. Zaffalon enfatiza que, assim como a disponibilidade de terrenos, o poder municipal tem ferramentas de incentivos, como a isenção de impostos.
Já o presidente da Câmara Brasileira de Logística e Infraestrutura, Paulo Menzel, argumenta que os processos logísticos estão sendo modificados para tentar diminuir gastos. "As empresas estão entendendo que é uma área em que se pode reduzir custos", frisa o dirigente. Ele adverte que um transporte caro faz com que a competitividade do Brasil, e também do Rio Grande do Sul, acabe sendo prejudicada.
O integrante da Câmara Brasileira de Logística e Infraestrutura ressalta que o planejamento da abertura de um Centro de Distribuição não é feito de uma hora para outra e é preciso estudar bem a estratégia.
Conforme o dirigente, o fator que mais impacta na determinação do local em que será instalada uma unidade desse tipo é onde estão localizadas as cadeias produtivas da companhia.
Para Menzel, o Rio Grande do Sul tem vocação logística, já que possui a opção do aproveitamento de diversos modais como as hidrovias, rodovias e ferrovias.

Operações devem analisar chegada e saída das mercadorias

CDs são vitais para a flexibilidade na cadeia de suprimentos, permitindo manejar melhor os estoques

CDs são vitais para a flexibilidade na cadeia de suprimentos, permitindo manejar melhor os estoques


/freepik/divulgação/jc
Quando uma empresa pensa em construir um Centro de Distribuição, é preciso levar em consideração "as duas pontas", defende o professor e coordenador do curso de MBA em Engenharia de Produção da POLI-USP, Daniel de Oliveira. Ele frisa que um CD não é uma planta de produção, mas recebe e concentra produtos que posteriormente serão distribuídos e por isso é fundamental avaliar as condições de entrada e envio das mercadorias.
Devido a essas questões, são fatores relevantes a proximidade de portos, de clusters logísticos, rodovias e complexos fabris. O professor acrescenta que as empresas estão percebendo cada vez mais a importância da logística e isso tem diversificado os tipos de serviços no setor. Ele cita, como exemplo, companhias que estão se especializando em operar armazéns para terceiros. "Mas, se por um lado é mais barato terceirizar, por outro há grupos que fazem o caminho inverso para ganharem em gestão", aponta Oliveira.
O professor da Escola de Negócios da Pucrs, Domingos Valladares, concorda que são levados em conta vários quesitos no momento da instalação de um Centro de Distribuição. "Se está perto do cliente ou não, a estrutura necessária para atendimento, se há mão de obra qualificada e incentivos fiscais disponíveis", aponta Valladares.
O professor da Pucrs diz que há empresas que decidiram entrar no mercado logístico para que a sua marca fique ligada diretamente ao atendimento do cliente. Ele cita que esse movimento foi adotado pela Amazon, por exemplo, que busca ficar próxima ao consumidor e fazer entregas o mais rápido possível, deixando o cliente inclinado a fazer outras compras.
Quanto à estratégia de implantação de Centros de Distribuição, Valladares argumenta que os CDs são vitais para a flexibilidade na cadeia de suprimentos, permitindo manejar melhor os estoques. No entanto, ele adverte que um cuidado que as empresas precisam ter é não se equivocarem nas proporções desses estoques.
 

Nova Santa Rita é aposta da Amazon e Comercial Zaffari

No total, área ocupada pela Amazon chegará a 23,5 mil metros quadrados

No total, área ocupada pela Amazon chegará a 23,5 mil metros quadrados


/Amazon/Divulgação/JC
Duas conhecidas companhias, uma regional e outra mundial, optaram pelo município de Nova Santa Rita para instalar seus novos Centros de Distribuição: a Comercial Zaffari e a Amazon. Ambas as empresas contam com os complexos para tornar seus processos logísticos mais ágeis.
O CD da Amazon possui 23,5 mil metros quadrados - parte do complexo foi lançada em 2020 e outra será lançada ainda neste ano, para atingir sua capacidade total. "Como efeito direto dessa expansão, esperamos chegar a todo o estado do Rio Grande do Sul e Região Sul do Brasil, com entregas ainda mais rápidas para os associados da Prime (modalidade em que o cliente paga uma mensalidade e conta com diferenciais, como frete grátis no envio das suas encomendas)", afirma o diretor de operações da Amazon no Brasil, Ricardo Pagani.
De acordo com o executivo, o Rio Grande do Sul é fundamental para a malha logística da região e a nova estrutura contribui para encurtar os prazos de entrega, não só regionalmente, mas em todo o País. "Cada expansão nos ajudará a atender melhor aos nossos clientes brasileiros, não só nos estados onde estamos abrindo, mas em todo o território nacional", comenta Pagani.
O diretor de operações da Amazon no Brasil não revela o investimento feito no empreendimento em Nova Santa Rita, contudo comenta que o CD gerou centenas de empregos. Além dessa unidade no Rio Grande do Sul, o grupo possui no Brasil mais quatro centros logístivos em Cajamar (São Paulo); um em Betim (Minas Gerais); um em Santa Maria (Distrito Federal); e outro no Cabo de Santo Agostinho (Pernambuco).
Já a Comercial Zaffari inaugurou o seu Centro de Distribuição em Nova Santa Rita em maio deste ano, o que determinou o encerramento das atividades dos dois CDs que a empresa possuía em Passo Fundo. A nova estrutura na região Metropolitana de Porto Alegre, com mais de 18 mil metros quadrados de área, abastecerá a rede de supermercados do grupo que atualmente registra dez lojas da bandeira Comercial Zaffari e 16 unidades da bandeira Stok Center.
 

Elevato abre nova estrutura para sustentar expansão

A gaúcha Elevato, que trabalha com materiais para acabamentos para construção, encontra-se atualmente em processo de ampliação e para atender a esse crescimento resolveu abrir um novo Centro de Distribuição, na entrada do Distrito Industrial de Gravataí.
"O nosso CD (em Porto Alegre) já estava limitado e a gente estava precisando de uma área que suportasse o momento atual que estamos vivendo e as nossas projeções de crescimento", frisa o presidente da companhia, Irio Piva.
O empresário detalha que um dos motivos da escolha do novo ponto foi a proximidade com a Freeway e a ERS-118. Piva adianta que, em uma primeira etapa, o CD do grupo na Capital será mantido mesmo com a operação em Gravataí.
"Depois vamos observar se será necessário ou não, talvez usemos como uma área para fazer um Outlet ou ter um 'pulmão' de mercadorias para entregas mais rápidas em Porto Alegre", revela. O investimento no complexo gravataiense é de R$ 13 milhões e envolve a compra do imóvel e as adaptações necessárias da estrutura.
De acordo com o presidente da Elevato, o novo Centro de Distribuição deve iniciar a operação dentro de 60 a 90 dias e empregar em torno de 70 funcionários.
A empresa já adquiriu o prédio pronto. No entanto, será necessário fazer algumas melhorias e também será deslocada para o complexo parte do setor de administração da Elevato, o que implica adequações de escritórios. "Os departamentos de recursos humanos e financeiro, permanecerão em Porto Alegre, mas toda a área comercial, nosso e-commerce, será mudada para Gravataí", explica.
O espaço tem 10 mil metros quadrados e o terreno total é de 55 mil metros quadrados. O presidente da Elevato comenta que o transporte das mercadorias será feito por frota terceirizada, mas de uso exclusivo da empresa. Toda a estrutura do estoque de produtos ficará na unidade gravataiense.

Fruki aposta em operação 'verde'

Novo Centro de Distribuição da indústria de bebidas foi instalado em Farroupilha e irá atender a 50 municípios

Novo Centro de Distribuição da indústria de bebidas foi instalado em Farroupilha e irá atender a 50 municípios


/Alexsandro de Oliveira Freitas/Divulgação/JC

Cada vez mais as empresas buscam ações sustentáveis para atender à demanda de seus públicos. Percebendo esse cenário, a Bebidas Fruki adotou o projeto Logística Verde. O novo Centro de Distribuição da companhia, recentemente inaugurado em Farroupilha, por exemplo, foi construído prevendo uma economia de consumo de energia, com arquitetura que privilegia a luz natural.

"Com isso, não há necessidade de acender as luzes do armazém durante o dia, e de noite utilizamos a iluminação com 100% de lâmpadas LED", comenta o diretor comercial do grupo, João Miranda. Além disso, o CD contará com empilhadeira e caminhão elétricos, com zero emissão de gases de efeito estufa de forma direta e redução da poluição sonora.

Até a metade de 2021, a meta da empresa é que os caminhões elétricos representem 5% da frota total da Bebidas Fruki enquanto as empilhadeiras passarão a corresponder por 18%. O objetivo é ter 30% de toda frota nesse modelo até 2030. Com área de 2,7 mil metros quadrados, o CD de Farroupilha possui capacidade de armazenagem de 1,4 mil posições pallet (175 mil pacotes), podendo receber e expedir 40 mil caixas ao dia.

A unidade incorpora a operação do antigo espaço de Caxias do Sul utilizado pela Fruki, cuja instalação foi devolvida ao proprietário. O novo complexo vai abastecer 50 municípios das regiões de Boa Vista até Cambará do Sul, com 100% do portfólio de produtos da empresa.

Miranda afirma que, sempre que a empresa escolhe uma cidade para implantar um CD, ela analisa diversos fatores como: o potencial de consumo da região, a malha rodoviária disponível para acessar todos os municípios que pretende atender a partir desta estrutura e a área apropriada para construção (não ser residencial e com tamanho adequado do terreno prevendo futuras expansões).

"E o mais importante, os profissionais disponíveis na região, tanto em quantidade, quanto, especialmente, em qualidade", enfatiza o diretor comercial. Além do novo Centro de Distribuição na Serra, a Bebidas Fruki possui o CD Sul, em Pelotas, CD Missões, em Santo Ângelo, CD Metropolitano, em Canoas, CD Matriz, instalado junto à fábrica em Lajeado, e o CD Santa Catarina, localizado em Blumenau.

Espaço pretendido pelo Mercado Livre fica com Magalu

Empresas Especial Centro de Distribuição do Magazine Luiza em Louveira/SP. Crédito: Leandro Fonseca

Empresas Especial Centro de Distribuição do Magazine Luiza em Louveira/SP. Crédito: Leandro Fonseca


/Leandro Fonseca/Divulgação/JC

Afirma o dito popular que para curar um amor perdido é preciso uma nova paixão. Se a máxima está correta, Gravataí não tem muito por que lamentar a desistência do Mercado Livre em se instalar no município, pois o mesmo local em que seria implementada uma unidade dessa empresa (no condomínio logístico GLP - Global Logistic Properties, no quilômetro 11 da ERS-118) receberá o novo Centro de Distribuição do Magazine Luiza.

O investimento no empreendimento não é revelado, mas serão 40 mil metros quadrados de área de estoque no CD e mais de 500 empregos diretos e indiretos gerados com a operação. Serão contratadas pessoas para o recebimento dos produtos, equipe de armazenagem, expedição, conferentes, operadores de empilhadeira, analistas, gerentes, supervisores etc. A intenção da empresa é iniciar as atividades entre o final de maio e o começo de junho. O complexo abastecerá as lojas físicas e o e-commerce do Magalu, como também é conhecido o grupo, e trabalhará com uma ampla gama de itens, como produtos da linha branca, tecnologia, móveis, alimentos não perecíveis, entre outros. Entre recebimentos e expedições, serão movimentados no CD milhões de artigos mensalmente. Além da unidade gaúcha, o Magazine Luiza está abrindo operação em Araucária, no Paraná, e com essa estrutura a empresa somará 21 Centros de Distribuição no País.

O diretor de Logística do grupo, Luís Fernando Kfouri, ressalta que a empresa passa por um grande desenvolvimento. "Mesmo com boa parte das lojas fechadas em alguns períodos do ano passado, nós crescemos mais de 60%", informa o executivo. Ele salienta que tanto o e-commerce como as unidades físicas do Magalu são elementos fundamentais dentro da operação, já que a companhia acredita na combinação dessas duas áreas. No caso específico do Rio Grande do Sul, Kfouri comenta que, para atender a esses dois segmentos de negócios, a empresa já tinha um CD em Caxias do Sul (aberto em 2006 e que terá sua operação mantida), mas, para satisfazer à perspectiva da demanda futura, fazia sentido investir no novo complexo em Gravataí. "O nosso foco é entregar rápido, queremos entregar no dia seguinte ou no mesmo dia", afirma.

Kfouri detalha que a escolha de Gravataí para sediar o novo CD da empresa levou em consideração pontos como a proximidade das lojas físicas e dos clientes. Essa questão de estar mais perto dos pontos de entregas, melhora as condições de frete e agilidade na operação. Conforme o diretor de Logística do Magalu, o Rio Grande do Sul é uma importante praça de negócios para o grupo e conta com 114 lojas físicas da companhia. O executivo revela que o grande número de unidades também ajuda na logística, já que a empresa aproveita essa característica para transformar esses locais em minicentros de distribuição. "A gente faz a adequação da retaguarda da loja para ter cada vez mais sortimento de produtos que, muitas vezes, não estão no salão de vendas", detalha.

Dessa maneira, saindo o produto direto da loja, é possível oferecer um frete mais barato e rápido. "Eu falo que a gente não vai ter dois Centros de Distribuição no Rio Grande do Sul, vai ser mais de cem CDs porque teremos essas lojas trabalhando de forma inteligente para entregar cada vez mais agilmente", aponta Kfouri. De todas as vendas do e-commerce do grupo, quase 50% passam pelas unidades físicas, seja pelo cliente optar por retirar ali ou devido ao produto ser enviado a partir desse local.

LOG CP investe R$ 90 mi no Rio Grande do Sul

Com um investimento aproximado de R$ 90 milhões, o primeiro condomínio logístico da LOG Commercial Properties (LOG CP) no Estado tem previsão de entrega para o terceiro trimestre deste ano.
Com um total de cerca de 55 mil metros quadrados de ABL (área bruta locável) e módulos a partir de 1 mil metros quadrados, as obras do complexo, que ficará situado em Gravataí, ao lado da ERS-118, já passaram da metade.
O grupo - desenvolvedor de ativos logísticos e um dos maiores locadores de galpões de alto padrão no Brasil - irá locar o espaço para empresas que desejarem aproveitar a estrutura para fazer suas atividades logísticas. O diretor executivo da LOG Commercial Properties, Marcio Siqueira, detalha que o empreendimento conta com piso de alta resistência e nivelado à laser, galpões modulares e pé direito de 12 metros, amplo estacionamento, pátio de manobra, vestiários, serviço de jardinagem, restaurante, manutenção e limpeza, vigilância com circuito fechado de TV e portaria blindada 24 horas.
De acordo com o executivo, o novo condomínio logístico faz parte do plano de expansão da empresa, através do qual a companhia realiza a prospecção de localizações estratégicas. "E a cidade de Gravataí possui os requisitos necessários para atender à alta demanda verificada na região", frisa.
Siqueira lembra que o complexo estará situado a apenas 19 quilômetros do Aeroporto Internacional de Porto Alegre e a 13 quilômetros da BR-116, facilitando o transporte e a logística de mercadorias. Com a operação do condomínio, serão gerados aproximadamente 400 empregos diretos e indiretos.
 

*Jefferson Klein é repórter do Jornal do Comércio, formado pela Pucrs. Acompanha o setor de logística desde 2001. Em 2019, concluiu o curso “El periodista de la era digital como agente y líder en la transformación social”, do Centro Tecnológico de Monterrey, no México. Como repórter, já recebeu prêmios como o Press, Cooperativismo Gaúcho de Jornalismo e Setcergs.  
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