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pandemia

- Publicada em 03h00min, 21/09/2020.

Resultados a curto prazo para driblar a crise

CMPC quer manter empregos e o volume de compras locais

CMPC quer manter empregos e o volume de compras locais


CMPC/DIVULGAÇÃO/JC
Atentas ao rumo dos negócios nesta segunda metade do ano, entidades e empresários confirmam o que pesquisas já vinham registrando. Empresas de diversos segmentos, em nível nacional e internacional, estão despontando muito bem na crise, com expectativa de alavancar resultados já no curto prazo. Exemplos disso são os ramos de inovação e tecnologia, saúde e higiene, indústria farmacêutica, de distribuição de medicamentos, agronegócio, siderurgia, entre outros.
Atentas ao rumo dos negócios nesta segunda metade do ano, entidades e empresários confirmam o que pesquisas já vinham registrando. Empresas de diversos segmentos, em nível nacional e internacional, estão despontando muito bem na crise, com expectativa de alavancar resultados já no curto prazo. Exemplos disso são os ramos de inovação e tecnologia, saúde e higiene, indústria farmacêutica, de distribuição de medicamentos, agronegócio, siderurgia, entre outros.
O diretor para a América do Sul da Tintas Renner by PPG, Guilherme Mendes, mostra-se confiante com o atual desempenho da companhia. "Estamos em um momento de crescimento nos negócios e do setor, o que nos deixa muito felizes e esperançosos com relação ao futuro", afirma. Ele explica que, neste período de pandemia, a primeira preocupação foi com a saúde e bem-estar dos colaboradores e parceiros e, por isto, foram instituídos rígidos protocolos de segurança. "Tivemos que nos reinventar como companhia. Migramos tudo que era possível para o ambiente online, alinhando e modificamos rotinas e processos para nos adaptarmos", completa.
Para o presidente do Lide RS - Grupo de Líderes Empresariais, Eduardo Fernandez, a pandemia acelerou a transformação digital que vinha sendo implantada ou que estava em planejamento. "Com isso, o que era previsto para ser realizado em alguns anos ocorreu em questão de meses. As empresas que vinham avançando em inovação saíram fortificadas e, consequentemente, cresceram na crise".
O dirigente cita o caso das empresas varejistas, que já estavam no digital, e também do agronegócio, que neste período de pandemia alcançou recordes de produtividade e demanda. "O que acompanhamos desde o final de julho e em agosto foi uma aceleração da produção industrial, de certa maneira motivada por uma demanda reprimida no meses de pandemia , do volume de crédito financeiro repassado pelo governo Federal, e também da reabertura dos comércios dos principais centros do País, havendo inclusive aumento de preços e falta de matéria-prima, visto que algumas empresas não estavam preparadas para uma retomada tão rápida", avalia.
A CMPC possui um desafio triplo neste momento, que consiste em proporcionar um ambiente de trabalho seguro e sadio para os colaboradores e prestadores de serviços, manter os 6,5 mil empregos e o elevado volume de compras locais no Rio Grande do Sul, e garantir a continuidade da produção da celulose, que é matéria-prima fundamental para diversos itens essenciais no dia a dia das pessoas, especialmente durante pandemia.
Mauricio Harger, diretor-geral da CMPC no Brasil, ressalta que a preocupação com a segurança e a saúde das pessoas se estendeu para a sociedade. "A experiência como empresa centenária permitiu enfrentar diversos desafios até aqui, e está claro para nós que os governos não conseguem enfrentar sozinhos momentos como esse que vivemos. Por isso, estamos empenhados em efetivamente ajudar a sociedade. Só no Rio Grande do Sul, doamos mais de 1 milhão de máscaras cirúrgicas durante a pandemia, todas elas produzidas pela Softys, uma das empresas do Grupo CMPC", afirma.
O diretor-presidente da Tarvos Partners, Roberto Martins, avalia que as "empresas que têm uma cultura que desafia, continuamente, o status quo, prosperam e despontam na crise". Ele cita o caso das tradicionais Randon, Marcopolo e Jacto, nas áreas de autopeças, implementos rodoviários e veículos, máquinas e equipamentos agrícolas; na área de turismo, o pivotar da AirBNB e, nas startups, Magnamed e Sanarmed, esta, a "Netflix" do setor médico. "Foco no cliente e emprego da tecnologia para simplificar e tornar processos amigáveis, desafiando diuturnamente o pensar e agir existente é receita para despontar na crise", recomenda.
Tanto a Processor, uma das empresas líderes no País em transformação digital de negócios, quanto a Gotobiz, desenvolvedora de plataformas interativas, enfrentaram de forma efetiva os desafios impostos pela crise. O diretor-presidente da Processor, Cesar Leite, considera que a proximidade com os clientes, entendendo seu momento e necessidades, geraram a oportunidade de contribuir com seus negócios. Acresce-se aí a sensibilidade necessária para lidar com situações mais complexas nas quais alguns segmentos tiveram redução e/ou suspensão parcial de atividades.
"Com esse contexto, pensando na organização digital, estamos conseguindo gerar inovação e oportunidades de desenvolvimento de atividades em nossos clientes", conta. Leite destaca o fato de a empresa ter atingido neste período um NPS (índice Net Promote System) de 71 pontos, o que, segundo ele, reflete de forma consistente o trabalho diferenciado junto ao mercado, ajudando as empresas a revolucionarem a produtividade de seus negócios.
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