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Porto Alegre, segunda-feira, 14 de setembro de 2020.
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Jornal do Comércio

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Empresas & Negócios

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Leitura

- Publicada em 00h00min, 14/09/2020.

Leitura

Confira as resenhas da semana

Confira as resenhas da semana


/REPRODUÇÃO/JC
Poder
Poder
O leitor conhece os pormenores da administração pública? Sabe como funciona uma das maiores entidades econômicas do Brasil? O livro "O pior emprego do mundo - 14 ministros da Fazenda contam como tomaram as decisões que mudaram o Brasil e mexeram no seu bolso", escrito pelo jornalista Thomas Traumann, responde alguns desses questionamentos.
Após mais de três anos de pesquisa e entrevistas com os ocupantes do cargo, entre eles Guido Mantega, Henrique Meirelles, Delfim Netto, Antonio Palocci e Ciro Gomes, Traumann fala sobre a importância da economia para um governo sadio e popular, assim como a complexidade do relacionamento entre o presidente da República e o ministro da Fazenda. O jornalista explora os pormenores que taxam o cargo como o pior emprego do mundo, como a lida constante com o poder, a pressão exercida pelo Congresso e empresários e a instabilidade da vaga, que, em um simples decreto, pode estar aberta para novos candidatos.
O enredo aborda inflação, dívida externa, crise financeira, marchas de 2013, recessão e impeachment. Além de contar com detalhes das principais crises e fatos políticos e econômicos dos últimos 50 anos. A leitura ajuda a entender mais sobre os trâmites do jogo político do país e como ele pode impactar a vida de todos.
O pior emprego do mundo - 14 ministros da Fazenda contam como tomaram as decisões que mudaram o Brasil e mexeram no seu bolso; Thomas Traumann; Editora Planeta; 344 páginas; R$ 40,86; Disponível em versão digital.

Empreender

Resenha A Regra é Não ter Regras, de Reed Hastings e Erin Meyer, Editora Intrínseca

Resenha A Regra é Não ter Regras, de Reed Hastings e Erin Meyer, Editora Intrínseca


/Reprodução/JC
De um serviço de locação de DVDs por correio, nascido em 1997, a uma superpotência do mundo do streaming, em 20 anos, a Netflix se tornou um dos principais nomes das indústrias de entretenimento de todo o mundo. Com mais de 180 milhões de assinantes presentes em 190 países e uma receita anual de bilhões de dólares, a companhia causou uma verdadeira revolução com sua filosofia corporativa nada convencional.
Baseando-se nessa realidade, o empresário, cofundador, presidente e CEO da empresa, Reed Hastings, apresenta a obra "A Regra é Não Ter Regras: A Netflix e a Cultura da Reinvenção". O livro é escrito em parceria com Erin Meyer, autora do livro "The Culture Map", professora da Insead, uma das mais conceituadas instituições de ensino de negócios do mundo, e especialista no mundo dos negócios. Hastings fala pela primeira vez sobre a cultura que transformou a marca em um exemplo inigualável de criatividade e adaptação.
A partir de centenas de entrevistas com funcionários da Netflix, além de diversos relatos nunca antes compartilhados, os autores explicam, ao longo das 352 páginas, como os princípios controversos fizeram da Netflix um sucesso global. Uma obra sobre uma empresa que desafiou tradições e expectativas e dominou as premiações do cinema e da TV, além do imaginário de milhões de pessoas, uma tela por vez.
A Regra é Não Ter Regras: A Netflix e a Cultura da Reinvenção; Reed Hastings e Erin Meyer; Editora Intrínseca; 352 páginas; R$ 39,90; Disponível em versão digital.
 

Sociedade

O fim da classe média, de Christophe Guilluy, Editora Record

O fim da classe média, de Christophe Guilluy, Editora Record


/Reprodução/JC
Em tempos tão atípicos e incertos, é complexo avaliar o futuro de algumas classes sociais. E ainda mais complicado prever de quais formas a desigualdades esse futuro pode vir a se manifestar na sociedade após o período pandêmico. Porém, o cientista francês Chritophe Guilluy vem tentando analisar a sociedade francesa há mais de 20 anos, e em sua obra "O fim da classe média: A fragmentação das elites e o esgotamento de um modelo que já não constrói sociedades" fala sobre um fenômeno não restrito ao país europeu.
O livro apresenta a ideia de um enorme e crescente distanciamento entre a elite e outras classes sociais, além de abordar a importância da existência da classe intermediária - que normalmente é uma fatia mais robusta da população e representa maior pagamento de impostos. O problema é que, através deste distanciamento entre as classes mais altas e o resto da sociedade, a classe intermediária tende a estar mais insatisfeita, gerando uma crise. Essa ruptura de posicionamento, explica o autor, podem ser percebidas nas eleições de Donald Trump e Jair Bolsonaro, em princípio decisões populares imprevistas.
O livro discute o quanto isso pode representar uma nova onda de comportamentos populares no mundo. Leitura que se destina àqueles que buscam refletir sobre mudanças que influem diretamente na política.
O fim da classe média: A fragmentação das elites e o esgotamento de um modelo que já não constrói sociedades; Chritophe Guilluy; Editora Record; 177 páginas; R$ 59,90; Disponível em versão digital.
 
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