Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 02 de dezembro de 2019.
Dia Nacional do Astrônomo. Dia do Samba. Dia Pan-Americano da Saúde.

Jornal do Comércio

Empresas & Negócios

COMENTAR | CORRIGIR

Opinião

Edição impressa de 02/12/2019. Alterada em 02/12 às 03h00min

Benefícios podem reter talentos, mas não é preciso ter um alto custo tributário

Ana Rita Petraroli
Sócia-fundadora do Petraroli Advogados
Sócia-fundadora do Petraroli Advogados
A gestão de pessoas não é tarefa das mais simples e sua prática correta é determinante para cultivar o comprometimento diário do colaborador em relação à empresa. Esse vínculo só é possível pela valorização do capital humano e pelo reconhecimento de suas contribuições no dia a dia de trabalho. Para tanto, uma política de RH bem definida e benefícios atraentes para o funcionário, que possam favorecer inclusive sua família -- a exemplo de planos de saúde, vale-alimentação e previdência complementar - são aliados para atrair e manter talentos motivados e com produtividade alta.
A Reforma da Previdência, com adequação de benefícios para pagamentos reduzidos e mais tardios, acentua a importância dos planos corporativos de previdência para o funcionário. Mas, e para empresa, o que ela ganha investindo nisso?
As vantagens vão além da menor rotatividade e de uma equipe motivada. As companhias podem se beneficiar de isenções fiscais ao oferecer planos de previdência privada aos colaboradores. Isso porque cabe dedução das contribuições feitas pelas empresas para os planos. O montante entra como despesa operacional para fins de IR (Imposto de Renda) e de CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) e pode gerar um incentivo de até 20% e 34%, respectivamente.
Outra vantagem é a possibilidade de diminuir o lucro tributável. A CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) exclui a contribuição paga aos empregados pela empresa do fundo de previdência da categoria salarial.
Para conseguir as deduções nos impostos, pesam a modalidade do plano -- depende do vínculo jurídico existente, se celetista ou associativo - e o tipo de plano, se é PGBL ou VGBL.
 
leia mais notícias de Empresas & Negócios
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia