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Porto Alegre, segunda-feira, 12 de agosto de 2019.
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Opinião

Edição impressa de 12/08/2019. Alterada em 12/08 às 03h00min

Growing the pie: acordo entre Mercosul e UE dará maior acesso a produtos brasileiros

Vera Kanas é sócia de TozziniFreire e especialista em Comércio Internacional - divulgação TozziniFreire

Vera Kanas é sócia de TozziniFreire e especialista em Comércio Internacional - divulgação TozziniFreire


/TOZZINIFREIRE ADVOGADOS/DIVULGAÇÃO/JC
Vera Kanas
Um dos efeitos concretos do novo acordo entre Mercosul e União Europeia, que deverá ser observado mais rapidamente por empresas no Brasil, será o crescimento de oportunidades oriundas do aumento do fluxo comercial entre ambos os blocos.
Um dos efeitos concretos do novo acordo entre Mercosul e União Europeia, que deverá ser observado mais rapidamente por empresas no Brasil, será o crescimento de oportunidades oriundas do aumento do fluxo comercial entre ambos os blocos.
Isso porque o novo acordo possui regras para aumentar substancialmente o acesso aos mercados entre os países dos blocos, como obrigações de redução tarifária, aumentos dos limites de quotas e redução de entraves à importação. A finalização do texto final do Acordo trará as obrigações e as listas de compromissos específicos para diversos setores e produtos, permitindo que cada empresa avalie as novas condições de acesso de seus produtos ao mercado europeu.
Por exemplo, estão estabelecidos prazos para redução completa das tarifas europeias para diversos itens relevantes da pauta de exportação do Brasil, especialmente produtos agrícolas e industriais, incluindo químicos, máquinas e equipamentos, metais, têxteis e calçados, entre outros (os períodos de transição para implementação das reduções tarifárias variam por setor, sendo frequentes períodos de 0 a 4 anos ou 0 a 7 anos).
Entretanto, cabe destacar que existem significativas obrigações de abertura de mercado para o Mercosul e para o Brasil: produtos europeus também serão beneficiados em seu acesso ao mercado brasileiro. Desse modo, empresas brasileiras não apenas devem estar atentas para oportunidades de novos negócios no exterior, mas também é imprescindível que elas estejam preparadas para o aumento da concorrência contra produtos europeus.
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