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Porto Alegre, segunda-feira, 22 de julho de 2019.

Jornal do Comércio

Empresas & Negócios

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Leitura

Edição impressa de 22/07/2019. Alterada em 22/07 às 03h00min

História

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No dia 15 de novembro de 1889, no Campo de Santana, no Centro do Rio de Janeiro, o marechal Deodoro proclamava o início da nossa República. Éramos, à época, um país que havia abolido a escravidão recentemente, com a população de apenas 14 milhões de habitantes, dos quais 82% eram analfabetos e 90% viviam em áreas rurais. Agora, em 2019, com 208 milhões de habitantes, somos uma sociedade majoritariamente urbana, com 7% da população analfabeta, mas ainda repleta de contrastes sociais, com índices de desenvolvimento muitas vezes inferiores aos alcançados por países com trajetórias semelhantes à nossa.
No dia 15 de novembro de 1889, no Campo de Santana, no Centro do Rio de Janeiro, o marechal Deodoro proclamava o início da nossa República. Éramos, à época, um país que havia abolido a escravidão recentemente, com a população de apenas 14 milhões de habitantes, dos quais 82% eram analfabetos e 90% viviam em áreas rurais. Agora, em 2019, com 208 milhões de habitantes, somos uma sociedade majoritariamente urbana, com 7% da população analfabeta, mas ainda repleta de contrastes sociais, com índices de desenvolvimento muitas vezes inferiores aos alcançados por países com trajetórias semelhantes à nossa.
Para analisar essa história, 38 pensadores brasileiros identificam os desafios, avanços e retrocessos da nossa República em textos curtos que levantam as principais questões dos nossos últimos 130 anos. Em cada capítulo do livro 130 anos: em busca da República é feita a cobertura de uma década e é composto por três textos: um sobre sociedade e política, outro sobre Estado e direito, e outro sobre governo e economia.
Seguindo os pontos de vista particulares dos autores, cabe ao leitor juntar as peças do mosaico apresentado para entender o processo que culminou com a República como a conhecemos em 2019 e os desafios que se anunciam para o futuro. Os organizadores da obra são Edmar Bacha, José Murilo de Carvalho, Joaquim Falcão, Marcelo Trindade, Pedro Malan e Simon Schwartzman.
130 anos: em busca da República; Vários autores; Editora Intrínseca; 256 páginas; R$ 59,90
 

Comportamento

O autor do best-seller Inteligência emocional, Daniel Goleman, presidente do Emotional Intelligence Services, lança o livro Inteligência social: a ciência revolucionária das relações humanas. A obra faz uma síntese das últimas descobertas da biologia e da neurociência, revolucionárias para o autor, que revelam que "somos programados para nos conectar" com os outros, buscando compreender o impacto de nossas relações em todos os aspectos das nossas vidas.
Segundo o livro, o contato diário com nossos familiares, parceiros, amigos e até estranhos molda nosso cérebro e afeta as células de todo o nosso corpo - até o nível dos genes - para o bem e para o mal. Segundo Goleman, somos projetados para ser sociáveis, e as relações interpessoais têm um enorme impacto biológico, porque afetam os hormônios que regulam nosso coração e nosso sistema imunológico.
Goleman, que durante 12 anos escreveu sobre psicologia e ciências do cérebro para The New York Times, explica a surpreendente precisão de nossas primeiras impressões, explora o carisma, confronta a complexidade da atração sexual e também descreve "o lado sombrio" da inteligência social, do narcisismo ao maquiavelismo e à psicopatia. O autor compartilha sua pesquisa com grande convicção: os seres humanos têm uma predisposição natural para a empatia, a cooperação e o altruísmo. Tudo o que nós precisamos é desenvolver a inteligência social.
Inteligência social: a ciência revolucionária das relações humanas; Daniel Goleman; Editora Objetiva; 552 páginas; R$ 52,00
 

Economia

O que você come quando abre uma lata de concentrado, coloca ketchup no prato ou corta uma pizza? Tomates industriais. Processados em fábricas, embalados em barris de concentrado, eles circulam de um continente para outro. Toda a humanidade os consome, mas ninguém os vê. Onde, como e por quem esses tomates são cultivados e colhidos?
O livro O império do ouro vermelho - A história secreta de uma mercadoria universal, do autor Jean-Baptiste Malet, usa o ciclo do tomate para falar sobre o capitalismo globalizado de uma forma simples e sistemática.
Buscando as respostas para essas perguntas, Jean-Baptiste Malet viajou dos confins da China à Itália, da Califórnia ao Gana, em uma investigação única e original que durou dois anos. Conheceu comerciantes, colhedores, empreiteiros, camponeses, geneticistas, fabricantes de máquinas, um "general" chinês e até mesmo integrantes da máfia para comprovar que o tomate, mais que apenas uma matéria-prima, é uma síntese da economia mundial.
"A força do livro, que o torna comparável a Gomorra, de Roberto Saviano, é dar contornos aos mecanismos alucinados do lucro globalizado invisível e mostrar, por fim, como eles semeiam a destruição do tecido social e a miséria humana, também invisível. Este livro consegue o feito de conectar o capitalismo infinitamente grande à infinita pequenez da miséria humana", divulgou o Les Echos sobre a publicação.
O império do ouro vermelho - A história secreta de uma mercadoria universal; Jean-Baptiste Malet; Editora Vestígio;R$ 46,90
 
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