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Porto Alegre, sexta-feira, 31 de julho de 2020.

Jornal do Comércio

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Empresas & Negócios

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- Publicada em 22h37min, 17/03/2019. Atualizada em 01h00min, 18/03/2019.

Impactos serão equivalentes à redução praticada

O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), Gilberto Petry, adverte que se ocorrerem os cortes orçamentários no Sistema Indústria, "os impactos serão equivalentes à redução praticada".

O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), Gilberto Petry, adverte que se ocorrerem os cortes orçamentários no Sistema Indústria, "os impactos serão equivalentes à redução praticada".

Formado por federações estaduais e sindicatos patronais, o Sistema Indústria é uma rede nacional de caráter privado responsável por iniciativas de apoio ao setor. A partir das demandas identificadas nas empresas pelas entidades que formam o Sistema, é ofertado educação básica, formação profissional, capacitação empresarial e soluções técnicas e tecnológicas às indústrias.

A organização também desenvolve programas socioeducativos que contribuem de maneira efetiva para melhorar as condições de segurança e de saúde no ambiente de trabalho.

Neste sistema, a Fiergs é a representação do empresariado industrial gaúcho, criada para a promoção e o desenvolvimento da economia do Estado e do País, com foco em competitividade.

"Dados do Sistema Indústria mostram que serão cortadas no País 1,1 milhão de vagas por ano em cursos profissionais", afirma. Petry calcula que, caso os recursos enxuguem, mais de 18 mil trabalhadores do Senai e do Sesi serão demitidos; 317 escolas serão fechadas (prejudicando 498 mil alunos) e 1,2 milhão de pessoas irão ficar sem atendimento em saúde.

O presidente da Fiergs sublinha ainda que as contas do Sistema S são fiscalizadas e aprovadas pelo TCU. "Há, portanto, uma fiscalização externa, conforme a Lei nº 8.443 de 1992 - ou seja: há 27 anos o TCU monitora os investimentos dos serviços autônomos", destaca.

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