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Porto Alegre, segunda-feira, 03 de dezembro de 2018.

Jornal do Comércio

Empresas & Negócios

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consumo

Edição impressa de 03/12/2018. Alterada em 03/12 às 01h00min

Natal traz otimismo a pequenos negócios

Expectativas mais positivas estão na área do comércio, seguido pelos serviços

Expectativas mais positivas estão na área do comércio, seguido pelos serviços


/FREEPIK/DIVULGAÇÃO/JC
Mais de 68% dos empresários de pequenos negócios acreditam que as vendas de Natal serão melhores ou iguais ao ano passado. As melhores expectativas estão na área do comércio, seguido do setor de serviços, segundo pesquisa sobre vendas e contratações para o final de ano, realizada pelo Sebrae entre os meses de agosto e outubro. O levantamento, que ouviu mais de 5,8 mil empreendedores, apontou que quase 20% dos entrevistados pretendem reforçar o quadro de funcionários, com a contratação de temporários para o período que antecede os festejos natalinos.
Para 30% dos entrevistados, as vendas de Natal de 2018 serão melhores que as de 2017. Já 38% acreditam que serão iguais em comparação ao ano passado, enquanto 26,7% estão pessimistas. As melhores expectativas estão entre os Microempreendedores Individuais (MEI), segmento no qual 35% creem na melhoria das vendas e 38% avaliam que serão iguais ao Natal passado, e 24% responderam que irá piorar. Em seguida estão as Micro e Pequenas Empresas (ME), nas quais 43% acham que venderão igual a 2017 e 27% avaliam que haverá uma melhora, considerando ainda que 26% dos entrevistados não estão otimistas. Entre as Empresas de Pequeno Porte (EPP), 61% esperam uma melhoria ou que suas vendas se manterão iguais ao ano passado, mas 32% acham que serão piores.
O comércio é o segmento mais otimista com a perspectiva de melhoria nas vendas. A pesquisa apontou que 33% acham que 2018 será melhor que 2017, enquanto 38% avaliam que será igual ao ano passado e 25% acreditam em uma piora. No setor de serviços, os números são praticamente semelhantes, mas, na indústria, os que acham que não haverá mudanças nos negócios em relação a 2017 são 38%, e os que creem em melhora ou piora somam 28% cada. Os mais otimistas estão nas regiões Norte e Nordeste, com 37% e 33%, respectivamente. Os pessimistas são do Sudeste, Sul e Centro-Oeste, que totalizam 30% em cada região.
Das EPP, 15% pretendem contratar de dois a 10 funcionários temporários, conforme a pesquisa. Mas 80,1% dos empresários de EEP, ME e MEI responderam que não vão fazê-lo, isso nos segmentos do comércio, indústria e serviços, e praticamente em todas as regiões do País. Somente no Norte e no Centro-Oeste os percentuais de empresários que não pretendem recrutar empregados no período natalino são inferiores a 80%, ficando em 75% e 79%, respectivamente. Foi no Sul e no Sudeste que os índices foram maiores, com 84%.
Ainda segundo o estudo do Sebrae, mais de metade dos empresários (52,2%) tem encontrado dificuldade em contratar mão de obra qualificada, enquanto 25,8% não tiveram esse problema. Isso acontece, principalmente, nas EPP (63%), seguido pelas ME (57%) e, por último, pelos MEI (40%). O principal segmento prejudicado com a falta de qualificação é a indústria (55%), tendo na sequência serviços (53%) e comércio (50%). A situação acontece praticamente em todas as regiões do País, mas é mais acentuada no Nordeste (55%) e Centro-Oeste (53%), e menor no Sudeste (49%).
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