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Porto Alegre, segunda-feira, 17 de setembro de 2018.
Dia do Transportador Rodoviário de Carga.

Jornal do Comércio

Empresas & Negócios

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Opinião

Edição impressa de 17/09/2018. Alterada em 17/09 às 01h00min

Planos de contingência

SQUADRA/DIVULGAÇÃO/JC
Leandro Longh
Toda a empresa com visão no futuro e na sua prosperidade possui seu planejamento estratégico. Nele a empresa explica onde e como pretende estar posicionada em determinado período, normalmente no longo prazo.
Porém nas últimas décadas, com avanço das ações do terrorismo - não somente através de ameaças físicas, mas também cibernética e biológica - criou-se a necessidade de melhoria no desenvolvimento das áreas de segurança, gestão de crises e continuidade dos negócios no ambiente corporativo. Esse impacto mudou a realidade do planejamento das empresas, do estratégico para o plano de contingência como essencial.
Neste contexto, as empresas devem abandonar os pilares de estabilidade e segurança em que construíram suas políticas, táticas e ações. O planejamento estratégico corporativo continua de extrema importância, mas com foco direcionado a estudos antes não tratados em profundidade, como: a inteligência competitiva e todo o ambiente que envolve a concorrência em seu setor de mercado; a efetiva construção de cenários para mudanças representativas do ambiente global e tecnológico; o estudo e monitoramento dos riscos ao qual a empresa está exposta e a consequente preparação estrutural para administrar as possíveis crises.
Não raro, em casos não previstos e críticos, vemos a dificuldade das empresas em restabelecer a ordem e voltar a sua atividade operacional. Algumas instituições consideram planos alternativos, mas não com escopo abrangente o suficiente que avalie as variáveis incontroláveis de escala global. Ou tem um plano de contingência apenas nas funções que envolvam o "core business". E ainda, conhecem os riscos, mas preferem assumi-los acreditando em uma reduzida possibilidade de ocorrência. E numa hipótese mais agravante, não tem um plano de contingência.
Neste cenário de tantas incertezas em que vivemos é necessário a empresa estar preparada para situações de crises de grandes proporções.
Quando a continuidade do negócio é colocada à prova é na ação rápida e planejada de resposta que se pode transformar os riscos em oportunidades e mostrar, tanto aos acionistas como a sociedade a capacidade e grandeza de uma instituição.
Especialista em gestão de riscos e diretor da Squadra - Gestão de Riscos
 
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