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Edição impressa de 03/09/2018. Alterada em 03/09 às 01h00min

Produtos feitos para humanos chegam aos pets

Agência Folhapress
Atentas ao crescimento que o setor pet acumula ano após ano, mesmo quando a crise faz do mercado um osso duro de roer, empresas com décadas de experiência em produtos e serviços para humanos passaram a oferecer itens para cachorros e gatos também. A Soniclear, que vende aparelhos para inalação há 30 anos, entrou no mundo cão no ano passado, ao lançar o inalaPet, aparelho com máscara e mecanismo adaptados para os bichinhos de estimação. No novo modelo, o remédio fica distante do animal, para não cair caso ele se mexa.
O inalador para animais também tem maior pressão na saída de ar do que os usados por humanos e, por isso, cachorros e gatos que não se adaptam à máscara podem fazer o tratamento com ele posicionado a alguns centímetros do focinho, afixado a gaiola ou caixa de transporte, explica Amanda Gomes, veterinária da Soniclear.
Marcelo Oliveira, supervisor de marketing da companhia, diz que era comum que donos usassem inaladores de humanos em seus bichinhos. Agora, o mercado vem respondendo bem ao produto exclusivo, afirma. "Temos um mundo para crescer ainda, estamos plantando para colher amanhã", diz Oliveira.
A Genko, com 45 anos de experiência fabricando produtos químicos para limpeza de piscinas, passou a cuidar não só da água mas também do cantinho onde os animais fazem suas necessidades. Há dois anos, a companhia produz e vende itens para tirar o cheiro deixado pelos pets na casa. A companhia promete que os itens funcionam como repelentes de insetos.
A empresa tem também uma linha de coleiras com luz de LED carregadas por USB. O crescimento da linha pet fica entre 30% e 40% por ano, diz Mario Riccelli, profissional de vendas da empresa. "Esse mercado cresce anualmente, e a rentabilidade é muito boa. Hoje se tem muito petshop, muita distribuidora, eles são nosso foco de atendimento", diz.
No crematório Anjos da Previdência, com 65 anos de atuação, a ideia de atender donos que perderam seus animais foi da filha do fundador da empresa, Maria Paula Mondroni, que é a diretora financeira. Ela conta que, depois da morte de seu cachorro, sentiu falta de um serviço adequado para o funeral.
Como resultado, levou a ideia da nova frente de negócios para a empresa da família para ser estruturada em um MBA que cursa atualmente. A empresa faz cerca de 100 cremações de animais por mês. Também oferece moldes em gesso da patinha do animal, e o pelo dele pode ser usado para formar um diamante. "As pessoas tratam o animal de estimação como um filho. Na hora em que se perde ele, queremos dar um respeito diferenciado também", afirma Mondroni.
Já a Wahl, de máquinas de barbear, tem nove anos no mercado brasileiro. Há três vende também dois modelos de aparelhos para tosar pets, um com cinco tipos de lâminas e outro leve, de 350 gramas, afirma Itamar Catrinacho, diretor comercial. 
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