Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 01 de novembro de 2018.

Jornal do Comércio

Automotor

COMENTAR | CORRIGIR

Novidade

Edição impressa de 01/11/2018. Alterada em 01/11 às 01h00min

T-Cross chegará ao mercado no primeiro semestre do próximo ano

Carroceria utiliza aços de ultra-alta resistência, o que garante maior segurança estrutural

Carroceria utiliza aços de ultra-alta resistência, o que garante maior segurança estrutural


VOLKSWAGEN/DIVULGAÇÃO/JC
A pompa na apresentação do modelo entrega a sua importância nos planos futuros da Volkswagen. A marca promoveu um evento global, interligando os três continentes onde o T-Cross será produzido e terá seus principais destinos: Europa, Ásia e América. Os palcos foram Amsterdã (Holanda), Xangai (China) e São Paulo (Brasil).
"O T-Cross é um veículo global, mas com alterações para o gosto e perfil dos clientes de cada lugar, reforçando a nossa estratégia de regionalização. O T-Cross brasileiro, primeiro SUV nacional da Volkswagen, tem design diferenciado, maior espaço interno e é mais alto do que o modelo europeu", explica Pablo Di Si, presidente e CEO da Volkswagen América Latina.
O T-Cross para os mercados da América Latina sairá da fábrica da marca em São José dos Pinhais (PR). A planta recebeu R$ 2 bilhões em investimentos, quantia que contempla o lançamento de cinco novos utilitários-esportivos pela Volkswagen na região até 2020.
Todas as versões disponibilizadas no Brasil serão equipadas com motores TSI, além de oferecer avançados itens de tecnologia, conectividade e segurança. Entre os recursos de destaque, aparece o painel totalmente digital (Active Info Display).
O propulsor mais forte da gama será o 250 TSI Total Flex, que gera potência de até 150 cv a 4.500 rpm e torque máximo de 250 Nm. Virá combinado exclusivamente com transmissão automática de seis marchas.
A outra motorização é a 200 TSI Total Flex, a qual rende 128 cv com etanol e 116 cv com gasolina, sempre a 5.500 giros. O torque máximo não varia: 200 Nm de 2.000 a 3.500 rpm. Nesse caso, o câmbio poderá ser manual ou automático, ambos de seis marchas.
As medidas do modelo brasileiro são: 4.199 milímetros de comprimento, 1.568 mm de altura (9 mm mais alto do que o europeu) e 2.651 mm de distância entre-eixos (88 mm maior do que a do T-Cross feito na Europa). A capacidade do porta-malas do SUV parte de 373 litros, podendo alcançar 420 litros.
O controle eletrônico de estabilidade será padrão na linha nacional do modelo. O sistema inclui outras tecnologias de assistência à condução, como auxílio para partida em rampa, bloqueio eletrônico do diferencial e monitoramento da pressão dos pneus.
A suspensão dianteira do T-Cross é independente do tipo McPherson; a traseira, interdependente com eixo de torção. Os freios são a disco nas quatro rodas em todas as configurações.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia