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Indústria

- Publicada em 11h47min, 20/04/2021. Atualizada em 12h26min, 20/04/2021.

Marfrig deve transportar 40% de sua produção sobre trilhos em 2021

Economia é de, em média, 30% em comparação ao modal rodoviário, de acordo com a empresa

Economia é de, em média, 30% em comparação ao modal rodoviário, de acordo com a empresa


Brado/Divulgação Marfrig/JC
O modal ferroviário é o transporte em que a Marfrig, líder global em produção de hambúrgueres e uma das maiores empresas de carne bovina do mundo, tem investido cada vez mais para escoar sua produção. Atualmente, 30% de tudo que a companhia produz no país é deslocado sob trilhos, e a expectativa é que chegue a 42% até o final deste ano.
O modal ferroviário é o transporte em que a Marfrig, líder global em produção de hambúrgueres e uma das maiores empresas de carne bovina do mundo, tem investido cada vez mais para escoar sua produção. Atualmente, 30% de tudo que a companhia produz no país é deslocado sob trilhos, e a expectativa é que chegue a 42% até o final deste ano.
Segundo o diretor de logística da Marfrig, Luciano Alves, a companhia utiliza exclusivamente a malha Norte, entre Rondonópolis, no estado do Mato Grosso, e Santos, em São Paulo. “Para que nossa expectativa de expansão do uso dos trilhos se concretize, demos início ao processo de avaliação de escoamento da produção também pela malha Norte-Sul, que abrange o trecho entre o município de São Simão, em Goiás e o porto de Santos, em São Paulo”, destaca.
Em termos de volume, a companhia já aumentou de 50 para 300 contêineres transportados pelo modal ferroviário e a expectativa é chegar a 500 ainda em 2021. O aumento foi resultado da implementação de um plano de ação da equipe de logística, que tornou mais eficiente o processo de carga e descarga e quase igualou o tempo gasto no transporte ferroviário e no rodoviário.
“No início, a carga enviada sobre trilhos demorava 18 dias para chegar ao destino, agora esse prazo caiu para 12 dias, o mesmo tempo gasto no rodoviário para o mesmo trajeto”, explica Alves, que ressalta a ferrovia um canal mais viável atualmente.
A economia nos custos com frete também chama a atenção, crescendo, proporcionalmente, ao aumento do volume que a Marfrig passou a transportar pela ferrovia e hoje chega a 30% a menos que antes. E fortalecendo ações de sustentabilidade de sua cadeia de produção, o aumento da utilização das estradas férreas do país também contribui para a redução da emissão de gases poluentes em 65%.
Com planos de eficiência logística como esse, a Marfrig cresce como a segunda maior processadora de carne no Brasil, com capacidade de abate de 12,1 mil animais/dia, e uma das maiores exportadoras brasileiras. No último trimestre de 2020, 61% da receita de exportação da Marfrig América do Sul veio da exportação. Entre os principais destinos, estão China e Hong Kong, Europa, Oriente Médio e Estados Unidos.
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