Porto Alegre, quarta-feira, 26 de agosto de 2020.

Jornal do Comércio

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Agronegócios

- Publicada em 12h36min, 26/08/2020. Atualizada em 12h37min, 26/08/2020.

Preços pagos ao produtor sobem de forma generalizada

Uruguaiana, na Fronteira-Oeste, é o maior produtor de arroz do Estado

Uruguaiana, na Fronteira-Oeste, é o maior produtor de arroz do Estado


PREFEITURA DE URUGUAIANA/DIVULGAÇÃO/JC
Thiago Copeti
Capitaneado por mais uma alta de 8,84% no preço do quilo do arroz pago ao produtor no Rio Grande do Sul em apenas uma semana, o boletim divulgado pela Emater nesta quarta-feira (26) traz indicadores para praticamente todas as principais culturas do Estado. No caso o arroz, que apenas entre 17 e 24 de agosto subiu quase 9%, passando de R$ 71,81 a saca de 50 quilos para R$ 78,16, os percentuais ao longo dos últimos 12 meses são ainda mais impressionantes.
Capitaneado por mais uma alta de 8,84% no preço do quilo do arroz pago ao produtor no Rio Grande do Sul em apenas uma semana, o boletim divulgado pela Emater nesta quarta-feira (26) traz indicadores para praticamente todas as principais culturas do Estado. No caso o arroz, que apenas entre 17 e 24 de agosto subiu quase 9%, passando de R$ 71,81 a saca de 50 quilos para R$ 78,16, os percentuais ao longo dos últimos 12 meses são ainda mais impressionantes.
A remuneração da saca para o orizicultor saltou 81,4% sobre os R$ 43,08 registrados pela Emater em 22 de agosto de 2019. Nos últimos 12 meses, altas expressivas também na soja (59,6%, de R$ 75,82 a sacada de 60 quilos para R$ 121,21), milho (45,6%, de R$ 33,07 para R$ 48,17) e no trigo (36,%, de R$ 41,20 para R$ 56,29 no período), de acordo com o boletim da Emater.
Com os ganhos generalizados em todas as culturas, especialmente na perspectiva dos últimos 12 meses, o setor vive um momento de otimismo na pecuária e na agricultura. Os recordes de preços, apontam diferentes levantamentos e institutos, vão do leite à soja, passando pelo milho e pelos suínos.
Nas proteínas animais, a curva também foi ascendente em suínos (com ganhos de 33% ao produtor, de R$ 3,69 o quilo em agosto de 2019 para R$ 4,91 neste ano) e para bovinos (com incremento de 29,9%, de R$ 5,55 para R$ 7,21 o quilo). No leite, os ganhos também chamam a atenção, com ganhos ao criador de 20,4%, com o litro valorizado de R$ 1,25 para R$ 1,53. Apenas na última semana o litro teve ganho de 0,66%, em uma tendência de alta iniciada há mais tempo.
Na semana, também teve alta significativa o feijão (2,24%), com a saca avançando de R$ 210,00 para R$ 214,71. No ano, a cotação subiu bem menos do que os outros grãos (6,14%). Destaque também para o sorgo, com valorização de 42,15 % desde agosto de 2019, de R$ 26,12 para R$ 37,13 nesta semana.
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