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mercado financeiro

04/06/2018 - 18h47min. Alterada em 04/06 às 18h47min

Dólar sobe ante iene com visão sobre Fed, enquanto euro tem dia de recuperação

O dólar subiu ante o iene e a libra na sessão desta segunda-feira, 4, impulsionado pela percepção de que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) deve seguir o ritmo de aperto monetário ao longo de 2018. O euro, por sua vez, teve mais uma sessão de recuperação, ainda na esteira do bom humor dos investidores com a resolução do impasse político na Itália e na Espanha.
O dólar subiu ante o iene e a libra na sessão desta segunda-feira, 4, impulsionado pela percepção de que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) deve seguir o ritmo de aperto monetário ao longo de 2018. O euro, por sua vez, teve mais uma sessão de recuperação, ainda na esteira do bom humor dos investidores com a resolução do impasse político na Itália e na Espanha.
No final da tarde em Nova Iorque, o dólar subia para 109,82 ienes, ao passo que a libra recuava para US$ 1,3316. O euro, por sua vez, avançava para US$ 1,1696 e 128,46 ienes.
Os investidores de câmbio se concentraram em números recentes da economia americana. Na sexta-feira, o Departamento do Trabalho informou que foram criados 223 mil novos postos de trabalho em maio, acima das 190 mil projetadas por analistas ouvidos pela Dow Jones Newswires.
Era esperada a manutenção da taxa de desemprego em 3,9%, mas ela caiu para 3,8%. O salário médio dos trabalhadores subiu 0,30% no mês passado ante abril, enquanto a previsão era de acréscimo de 0,20%.
Os números reforçam a percepção de aumento das taxas de juros ao longo deste ano nos EUA. A ferramenta do CME Group aponta para 93,8% de chance de elevação dos Fed funds em 0,25 ponto porcentual na próxima semana.
Ao mesmo tempo, os operadores citam ainda preocupações com o cenário global para a inflação, depois da reimposição de tarifas dos EUA contra as importações de aço e alumínio da União Europeia, do Canadá e do México.
Pela manhã, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a criticar as barreiras comerciais da China e do Canadá.
"A China já cobra uma taxa de 16% sobre a soja. O Canadá tem todos os tipos de barreiras comerciais em nossos produtos agrícolas. Isso não é aceitável!", disse Trump, acrescentando que "os EUA fizeram negócios tão ruins durante tantos anos que agora só nos resta ganhar!".
Apesar da crítica direta à China e ao Canadá, o peso mexicano foi o mais prejudicado na sessão, chegando ao menor valor ante o dólar desde março de 2017. A moeda americana subia no final da tarde para 20,0630 pesos mexicanos.
Por sua vez, o euro se manteve em alta, em reação à resolução dos impasses políticos italiano e espanhol.