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Porto Alegre, segunda-feira, 04 de junho de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Consumo

Notícia da edição impressa de 05/06/2018. Alterada em 04/06 às 23h01min

Intenção de compras dos gaúchos tem alta de 5,5%

A intenção de consumo das famílias gaúchas em maio teve elevação de 5,5% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Frente a abril deste ano, a alta foi de 3,3%, atingindo 77,1 pontos. Apesar de as famílias gaúchas avaliarem que a situação da renda melhorou, os indicadores que medem a situação do emprego, do acesso ao crédito e de perspectiva profissional tiveram recuo na comparação interanual, segundo a pesquisa Intenção de Consumo das Famílias (ICF), divulgada ontem pela Fecomércio-RS.
Em relação ao mercado de trabalho, o indicador que avalia a segurança com a situação do emprego chegou ao patamar otimista, com 105,9 pontos. Sobre o mesmo período do ano passado, a queda foi de 2,8% e, no confronto com abril, houve alta de 8,9%. Na avaliação do presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, a avaliação menos otimista em relação ao ano passado ocorre do resultado da taxa de desocupação do primeiro trimestre de 2018, que apesar de ser menor em relação a 2017, ainda mostra para uma queda no número de pessoas ocupadas Rio Grande do Sul.
A avaliação quanto à situação de renda atual alcançou 94,2 pontos, avanço de 39,4% em relação a maio de 2017 e de 12,2% sobre abril passado. Os números positivos decorrem do cenário de inflação abaixo da meta do Banco Central, de 4,5% ao ano. Dessa forma, a avaliação das famílias vem registrando sucessivas altas.
O indicador que mede o consumo atual registrou em maio 69,4 pontos, uma elevação de 26,8% na comparação interanual e de 21,9% sobre abril deste ano. De acordo com a pesquisa, o indicador não vem sofrendo grandes alterações no período recente, após ter registrado expansão nos últimos meses. "A capacidade de consumo das famílias foi bastante afetada durante a crise. Além disso, o crescimento do emprego em postos informais, que conferem uma certa instabilidade à renda, também afeta a capacidade de consumo das pessoas", explica Bohn.
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