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Porto Alegre, terça-feira, 05 de junho de 2018.
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Edgar Lisboa

Repórter Brasília

Notícia da edição impressa de 06/06/2018. Alterada em 05/06 às 21h24min

Voto impresso nas eleições

Está previsto para hoje, no Supremo Tribunal Federal (STF), o julgamento da ação direta de inconstitucionalidade da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra a implementação do voto impresso a partir das eleições deste ano. Na visão da PGR, a impressão de um comprovante compromete o sigilo do voto. A senadora gaúcha Ana Amélia Lemos (PP) disse ser contra a iniciativa e a favor do voto impresso, por ter a "convicção de que não se trata de violação do sigilo do voto, mas de garantir a segurança e a lisura do resultado das eleições".
Garantia da democracia
Esse assunto, contou Ana Amélia, tem sido recorrente nas redes sociais e nos contatos que tem tido com universitários e lideranças de vários segmentos da sociedade no Rio Grande do Sul. "A impressão do voto é garantia da democracia", ressaltou a parlamentar, que é autora de projeto de lei para implementar o voto impresso nas urnas eletrônicas.
Peritos Criminais
A Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), que representa uma das carreiras da Polícia Federal, pediu, nesta segunda-feira, para atuar como interessada na ação no STF. Segundo o presidente da entidade, o perito criminal federal Marcos Camargo, "todo e qualquer sistema unicamente eletrônico está sujeito a falhas e, por isso, a incorporação de um componente analógico de auditoria aumenta de forma substancial sua segurança".
Frente Parlamentar Brasil 200
Com a participação de políticos, empresários, artistas, jogadores de futebol, e da sociedade como um todo, será lançada hoje, às 13h, no salão nobre do Congresso Nacional, a Frente Parlamentar Brasil 200, que debaterá uma reforma financeira dos Estados. O deputado Jerônimo Goergen (PP) coordena o encontro.
Teto salarial
Segundo o parlamentar, os pontos mais preocupantes, na avaliação das lideranças dos diversos setores, é o cumprimento do teto salarial, uma reforma previdenciária para os altos níveis dos salários do serviço público, sem prejudicar o trabalhador. Outro ponto a ser discutido na Frente Brasil 200 será a questão das aposentadorias do Parlamento e auxílio-moradia. "Essas estruturas que, com outro nome, acabam sendo salário também."
O cidadão paga a conta
"Não pode ter um grupo beneficiado, ganhando bem, com uma boa estrutura; e o resto do povo, não. Isso é medieval, está na hora de termos a nossa verdadeira montagem da República, porque, até agora, estamos vivendo colonialmente", critica.
 
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