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Construção Civil

25/05/2018 - 10h20min. Alterada em 25/05 às 10h20min

Confiança da Construção sobe 0,40 ponto em maio, diz FGV

O Índice de Confiança da Construção (ICST), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu 0,4 ponto em maio ante abril, alcançando 82,4 pontos. Segundo a FGV, a ligeira alta da confiança decorre da melhora das expectativas de curto prazo, que compensaram a piora das avaliações atuais dos empresários do setor. O Índice de Expectativas (IE-CST) subiu 2,1 pontos, para 94,8 pontos, enquanto o Índice da Situação Atual (ISA-CST) recuou em maio, com variação de -1,2 ponto, para 70,5 pontos.
O Índice de Confiança da Construção (ICST), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu 0,4 ponto em maio ante abril, alcançando 82,4 pontos. Segundo a FGV, a ligeira alta da confiança decorre da melhora das expectativas de curto prazo, que compensaram a piora das avaliações atuais dos empresários do setor. O Índice de Expectativas (IE-CST) subiu 2,1 pontos, para 94,8 pontos, enquanto o Índice da Situação Atual (ISA-CST) recuou em maio, com variação de -1,2 ponto, para 70,5 pontos.
A coordenadora de Projetos da Construção do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), Ana Maria Castelo, avalia que o recuo no indicador de situação atual, após três meses seguidos de alta, não significa uma mudança de tendência, mas uma confirmação de que a recuperação da atividade segue muito lenta.
"Se por um lado, as expectativas mostram que o empresário continua acreditando na alta da demanda para os próximos meses, o ritmo de crescimento indica que a volta do setor ao patamar anterior à crise não ocorrerá no curto/médio prazo", completa.
O principal responsável pelo avanço do IE foi o índice que mede a tendências dos negócios para os próximos seis meses, que subiu 2,5 pontos, para 95,9 pontos. Já a contribuição maior para a queda do ISA foi o indicador que mede a situação dos negócios no momento, que caiu 1,3 ponto, 72,7 pontos.
Segundo a pesquisa com empresários, a demanda insuficiente é a principal limitação enfrentada pelas empresas desde julho de 2014, porcentual que alcançou quase 60% em julho de 2016. Em maio, a demanda (ou a falta de) se manteve no topo da lista, mas regrediu para 51% das assinalações, confirmando o lento avanço da atividade.
As empresas também relatam limitações como o cenário macroeconômico. "De fato, o cenário macroeconômico adverso agravado por Incerteza Política atinge diretamente as decisões de investir e tem contribuído para as perspectivas de baixo crescimento do setor em 2018."
O Nível de Utilização da Capacidade (NUCI) recuou 0,3 ponto porcentual, chegando a 64,7%. Os NUCIs para mão de obra e de máquinas e equipamentos também caíram, 0,3 e 0,4 ponto porcentual, respectivamente. A edição de maio de 2018 coletou informações de 675 empresas entre os dias 2 e 22 deste mês. A próxima divulgação da Sondagem da Construção ocorrerá em 26 de junho de 2018.