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Porto Alegre, terça-feira, 22 de maio de 2018.
Dia do Apicultor.

Jornal do Comércio

Economia

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Indústria

Notícia da edição impressa de 23/05/2018. Alterada em 22/05 às 22h36min

Confiança do industrial do Rio Grande do Sul sofre queda em maio, aponta Fiergs

Incertezas reduziram o otimismo empresarial, afirmou Petry

Incertezas reduziram o otimismo empresarial, afirmou Petry


/FREDY VIEIRA/JC
Os empresários gaúchos estão menos otimistas em relação ao futuro da economia brasileira, revela o Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei-RS), que caiu 2,8 pontos em maio em relação a abril, atingindo 56,6, e foi divulgado ontem pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs). O Indicador de Expectativas atingiu 57,9 pontos e exerceu a maior influência na redução da confiança no mês. Mas, acima dos 50 pontos, segue com uma percepção positiva, apesar de em menor grau frente a abril (61,6).
"A paralisação da reforma da Previdência contribui para o aumento da insegurança nos próximos meses. Além disso, o ritmo menor que o esperado da atividade econômica no primeiro trimestre, a maior incerteza política e o quadro externo mais instável diminuem o otimismo dos empresários neste início de segundo trimestre", explica o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul, Gilberto Porcello Petry.
O resultado do Índice de Expectativas da Economia Brasileira (IE-EB) também mostra a mesma percepção entre os empresários. Com 53,4 pontos em maio (foi de 56,9 em abril), caiu 6,1 pontos nos últimos dois meses. O Índice de Expectativas com Relação às Próprias Empresas recuou de 64,2 pontos em abril para 60,5.
Em maio, ocorreu a segunda queda seguida do Icei-RS. Além de ser a maior desde junho de 2017, levou o índice ao menor patamar desde setembro do ano passado. Apesar disso, por continuar acima de 50 pontos, sinaliza confiança.
O declínio do Icei-RS neste mês foi observado em seus dois componentes, o que avalia as expectativas em relação aos próximos seis meses; e naquele que considera as condições atuais. Neste segundo componente, atingiu 53,8 pontos, o que significa melhora nos últimos seis meses, mas foi 1,3 ponto menor do que o de abril. Nas condições da economia estiveram as reavaliações mais significativas: o índice recuou de 54,9 em abril para 50,7 pontos em maio, no limite do campo positivo e no menor patamar desde setembro de 2017. Já o Índice de Condições Atuais das Empresas (ICA-E) foi de 55,4 pontos, mantendo-se praticamente no mesmo nível de abril.
O Icei-RS buscou uma amostragem em 217 empresas, sendo 51 pequenas, 81 médias e 85 grandes, entre os dias 1 e 14 de maio.
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