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Porto Alegre, terça-feira, 22 de maio de 2018.
Dia do Apicultor.

Jornal do Comércio

Economia

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Consumo

Notícia da edição impressa de 23/05/2018. Alterada em 22/05 às 20h54min

Regularização de dívidas tem maior alta desde o fim de 2015

Gastos com cartão de crédito foram 56% das contas colocadas em dia

Gastos com cartão de crédito foram 56% das contas colocadas em dia


/FREEPIK/DIVULGAÇÃO/JC
O Indicador de Recuperação de Crédito, mensurado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), em todo o País, aponta um crescimento expressivo de 3% em abril no número de consumidores que conseguiram recuperar o crédito, considerando o acumulado dos últimos 12 meses. Esta é a maior alta registrada desde outubro de 2015.
Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, os dados refletem a gradual retomada da economia brasileira. "Apesar do aumento de pessoas que pagaram dívidas atrasadas, o volume de contas em aberto ainda é grande. Mas, na medida em que a melhora da economia passe a resultar em queda do desemprego e no aumento da renda da população, o consumidor deve voltar a obter crédito", destaca a economista.
Entre as regiões que apresentaram maior variação positiva no número de devedores com recuperação de crédito, o Sudeste é destaque no mês de abril, com 33%, se comparado ao mesmo período do ano anterior. Em seguida vem o Nordeste, com alta de 26%. A região Norte mostrou estabilidade, sem mostrar variação, enquanto no Centro-Oeste a variação ficou em 12%, e, no Sul, em 4%.
Dados do Indicador de Recuperação de Crédito revelam, ainda, que, do total de inadimplentes que quitaram suas pendências em abril, a maior parte (46%) tem entre 30 e 49 anos. A segunda faixa que mais recuperou crédito (13%) foi a dos consumidores entre 18 e 29 anos, enquanto o público acima de 65 anos representa outros 12%. Na abertura por gênero, 51% dos que recuperaram o crédito são do sexo feminino e 45%, do sexo masculino.
O volume de dívidas quitadas ficou estável em abril no acumulado de 12 meses. Apesar de ainda ser um dado negativo, é o melhor resultado registrado desde maio de 2016, quando esse número mostrou alta de 1%. No auge da crise, em setembro de 2016, o indicador chegou a -9%.
Entre o total de dívidas pagas, a maior fatia (56%) está relacionada a instituições financeiras cartão de crédito, financiamentos, empréstimos e seguros. O segundo tipo de dívida que foi mais regularizada refere-se às contas de água e luz, representando 23%, seguido por débitos no crediário ou boleto no comércio, com 11%. Já as dívidas de contas de telefone, TV por assinatura e internet correspondem a 5%. "É muito importante evitar o superendividamento. A recomendação para o consumidor que precisa priorizar alguma conta é quitar as dívidas com juros mais elevados", orienta a economista.
 

E-commerce espera crescer 10% com Dia dos Namorados

Tablets, smartphones e laptops não estão incluídos na medida

Tablets, smartphones e laptops não estão incluídos na medida


MARCO QUINTANA/JC
O comércio eletrônico (e-commerce) espera faturar R$ 2,6 bilhões no Dia dos Namorados, comemorado em 12 de junho. A expectativa é da ABComm, associação que representa o setor. O montante é 10% superior ao movimentado no ano passado. A previsão considera as vendas realizadas de 28 de maio até 11 de junho. O número de pedidos realizados pela internet será de 8,24 milhões, com o tíquete médio de R$ 317,00.
As categorias mais procuradas para a data são as de moda, perfumes, cosméticos, informática e eletrônicos, indicando os setores que possuem maior possibilidade de aumentar o faturamento. Ainda segundo a
ABComm, o sucesso dos marketplaces e as compras feitas por meio de smartphones, que já representam mais de 30% do total do e-commerce nacional, também devem contribuir para o resultado positivo.
De acordo com Mauricio Salvador, presidente da ABComm, seguindo as demais datas sazonais, que vêm apresentando resultados positivos no ano, o Dia dos Namorados também deve seguir no mesmo caminho. "Sendo uma data de tradicional relevância, as lojas devem preparar ações, ofertas e condições melhores para os consumidores", afirma.

Brasileiros apostam em inflação de 5,3%, segundo pesquisa da FGV

Os consumidores acreditam que a inflação no País ficará em 5,3% nos próximos 12 meses. O resultado de maio é superior aos 5% de abril. Em maio de 2017, a taxa era de 7,1%. Os dados são da Expectativa de Inflação dos Consumidores, da FGV. A pesquisa é feita com base em entrevistas aos consumidores, que respondem à pergunta: "Na sua opinião, de quanto será a inflação brasileira nos próximos 12 meses?".
O aumento da expectativa deve ser analisado com cautela, uma vez que a taxa, na faixa dos 5%, ainda é baixa em termos históricos. "Por outro lado, acende-se uma luz amarela em relação à possibilidade de que a alta esteja relacionada à expressiva alta do dólar em abril e maio. Esta percepção pode, ainda, estar sendo aprofundada pela incerteza provocada pela instabilidade do ambiente político", disse o pesquisador da FGV Pedro Costa Ferreira.
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