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Porto Alegre, domingo, 20 de maio de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Energia

Notícia da edição impressa de 21/05/2018. Alterada em 20/05 às 20h40min

Guatambu quer aumentar geração solar

Investimento será de cerca de R$ 700 mil e elevará  produção energética em 50%

Investimento será de cerca de R$ 700 mil e elevará produção energética em 50%


/ALEXANDRE TEIXEIRA/DIVULGAÇÃO/JC
Jefferson Klein
A vinícola Guatambu, que implementou seu parque de energia solar, em Dom Pedrito, com 600 painéis fotovoltaicos em maio de 2016, prepara-se agora para expandir a sua geração. O grupo pretende ampliar a sua capacidade de produção de eletricidade através do sol em aproximadamente 50%.
O diretor-proprietário da Guatambu, Valter José Pötter, estima que o aporte na iniciativa será de cerca de R$ 700 mil. O executivo projeta que, em até três meses, será possível concluir o incremento de capacidade, e a perspectiva do retorno do investimento é de seis a oito anos. Pötter salienta que o custo da energia tem aumentado acima da inflação, o que torna a opção pela geração própria, em particular a fotovoltaica, cada vez mais interessante. O dirigente reforça que a medida implica ganhos econômicos e ambientais.
Pötter explica que a intenção é estender o uso da energia solar para abater o consumo de outras unidades do grupo ligadas ao recebimento, secagem e seleção de grãos, como soja e arroz, localizadas a cerca de dois quilômetros da vinícola. O acréscimo dos painéis solares será feito no mesmo local em que se encontram atualmente os equipamentos antigos.
De acordo com Pötter, o atual parque de energia solar da empresa consegue produzir aproximadamente 210 mil kWh por ano. Esse patamar é suficiente para atender a toda a necessidade da vinícola. Contudo o executivo detalha que, apesar de os painéis fotovoltaicos poderem atender plenamente ao consumo do complexo, ainda é necessário pagar uma parte da conta de luz da concessionária (no caso, a CEEE-D). Não é possível zerar a tarifa, já que é preciso arcar com a demanda contratada com a distribuidora. A energia da concessionária continua sendo utilizada em dias chuvosos ou à noite, por exemplo. No entanto, segundo o empresário, foi possível reduzir em 80% os gastos com eletricidade.
 
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