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Porto Alegre, segunda-feira, 14 de maio de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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balanços

14/05/2018 - 22h53min. Alterada em 14/05 às 21h29min

SindBancários faz novo pedido de investigação à CVM sobre ações

O SindBancários encaminhou mais um pedido de investigação à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre a possibilidade da venda de ações do Banrisul pelo governo do Estado em 27 de abril ter sido realizada com o uso de informações privilegiadas (insider trading) pela corretora BTG Pactual, em combinação com a Brasil Plural.
O pedido de abertura de Processo Administrativo Sancionador (PAS) foi entregue a chefe de gabinete da presidência da CVM, Catarina Campos da Silva Pereira, na manhã de ontem, no Rio de Janeiro. O documento foi entregue pelo presidente do SindBancários, Everton Gimenis, acompanhado pelo advogado Fabiano Machado da Rosa, pelo coordenador da Frente Parlamentar em Defesa do Banrisul Público, o deputado Zé Nunes (PT), e pelo deputado estadual Jeferson Fernandes (PT).
Um dos indícios que levaram o sindicato a apresentar novos elementos a serem acrescentados ao processo administrativo já em andamento na CVM para questionar irregularidades e pedir a suspensão da venda de papéis está estruturado na forma como a venda dos papéis foi operada na B3, a Bolsa de Valores de São Paulo, em 27 de abril.
Nesse dia, foram vendidas pelo governo do Estado, por intermédio da corretora BTG Pactual, 2,9 milhões de ações ordinárias (BRSR3) ao preço de R$ 17,69 cada uma, totalizando R$ 52,5 milhões. Esse valor foi 31% inferior ao preço dos papéis do dia anterior (R$ 25,66). Gimenis entende que o processo, quando analisado passo a passo, expõe inúmeras lacunas que não foram explicadas pelo governo. nem pela controladora do Banrisul em entrevistas em jornais e rádios. "Começou um jogo de empurra, o que também pode revelar que está havendo algum tipo de discordância e algum tipo de efeito das denúncias que estamos fazendo. Hoje (segunda-feira, 14/5) entregamos na CVM um informe em que levantamos a existência de uso de informação privilegiada por parte de um agente financeiro que intermediou a venda de ações compradas pelos mesmos que intermediaram a venda dos papéis", afirma Gimenis.
 
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