Porto Alegre, domingo, 15 de março de 2020.
Dia Mundial do Consumidor. Dia da Escola.

Jornal do Comércio

Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

CORRIGIR

Aviação

03/05/2018 - 14h03min. Alterada em 03/05 às 14h03min

Demanda aérea mundial cresce 9,5% ante março de 2017, diz Iata

Na comparação com o mesmo mês do ano passado, taxa de ocupação crescesse 2,3% em março

Na comparação com o mesmo mês do ano passado, taxa de ocupação crescesse 2,3% em março


CLAITON DORNELLES /JC
O tráfego aéreo (medido em número de passageiros por quilômetro voado, ou RPK) mundial cresceu 9,5% em março frente ao registrado em igual mês de 2017, informou a Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês). Segundo a entidade, o resultado mensal mostrou o maior ritmo dos últimos 12 meses.
O tráfego aéreo (medido em número de passageiros por quilômetro voado, ou RPK) mundial cresceu 9,5% em março frente ao registrado em igual mês de 2017, informou a Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês). Segundo a entidade, o resultado mensal mostrou o maior ritmo dos últimos 12 meses.
Ainda em março, a oferta de assentos (assentos-quilômetros ofertados, ou ASK) subiu 6,4% frente ao visto um antes, fazendo com que a taxa de ocupação crescesse 2,3 pontos porcentuais, para 82,4% - patamar recorde para o mês. "À exceção do Oriente Médio, todas as regiões mostraram taxas de ocupação recordes", frisa a Iata.
De acordo com o CEO da entidade, Alexandre de Juniac, a trajetória da demanda aérea tem sido sustentada pelo cenário econômico relativamente saudável e pela sólida confiança empresarial. Porém, altas nos custos (particularmente dos preços de combustíveis) podem amenizar o estímulo das tarifas mais baixas sobre o crescimento do tráfego durante o segundo trimestre, aponta.
Na quebra do indicador, o tráfego aéreo internacional aumentou 10,6% na comparação com março de 2017. A oferta subiu 6,6%, de modo que a taxa de ocupação cresceu 2,9 p.p., para 81,5%. Na abertura por regiões, pelo terceiro mês seguido, o maior crescimento da demanda internacional foi verificado na América Latina, onde o tráfego avançou 11,8% no mês.
Quanto à demanda por viagens domésticas, a Iata contabilizou uma ligeira desaceleração. Em março, o indicador cresceu 7,8% ao redor do mundo (ante 8,2% registrados em fevereiro), puxado principalmente pela evolução no mercado norte-americano.