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Empreendedorismo

Notícia da edição impressa de 03/05/2018. Alterada em 02/05 às 22h08min

Empreender exige gestão e propósito nos negócios

Hoffmann (e) e Laura (d) contaram suas trajetórias no Tá na Mesa

Hoffmann (e) e Laura (d) contaram suas trajetórias no Tá na Mesa


/ITAMAR AGUIAR/AGÊNCIA FREELANCER/DIVULGAÇÃO/JC
Guilherme Daroit
Duas lições para os jovens que decidam abrir seus próprios negócios: fazer o que gostam e investir na gestão. As dicas são dos empreendedores Laura Bier e Rodrigo Hoffmann, palestrantes desta semana do Tá na Mesa, da Federasul, onde expuseram suas histórias e o que aprenderam em suas trajetórias ainda recentes.
Duas lições para os jovens que decidam abrir seus próprios negócios: fazer o que gostam e investir na gestão. As dicas são dos empreendedores Laura Bier e Rodrigo Hoffmann, palestrantes desta semana do Tá na Mesa, da Federasul, onde expuseram suas histórias e o que aprenderam em suas trajetórias ainda recentes.
"O negócio tem que ter verdade, tem que ter alma", diz Laura, criadora da plataforma de relacionamento Roubadinhas, que afirma ter surgido despretensiosamente a partir do seu interesse por experiências gastronômicas. Hoje, a empresa promove eventos, redes sociais e aplicativos de desconto, desenvolvidos conforme surgiam as oportunidades. "As coisas acabam acontecendo. Tenho muito dessa coisa do 'vai lá e faz', porque, para acontecer, tem que se correr riscos", conta.
Hoffmann se debruçou mais sobre a administração do negócio, valorizando a gestão como forma de canalizar a energia e evitar retrabalhos. "É preciso ter processos, responsabilidades bem definidas, e indicadores corretos para avaliar tudo", destacou o empresário, sócio da agência JKR Comunicação e Marketing. Hoffmann defendeu a estratégia como forma de estimular a criatividade, que afirma não acontecer do nada. "Não é só botar um fla-flu no meio da sala, mas aí ficar bravo se a pessoa para o trabalho para jogar", criticou.
Embora sejam exemplos de incentivo ao empreendedorismo, Hoffmann lembra que, agora, costuma fazer o papel inverso: "meu papel agora é fazer com que as pessoas não saiam da empresa", brinca, afirmando ter instituído planos de carreira e abertura para que os funcionários atendam às contas de clientes de segmentos que tenham identificação.
A presidente da Federasul, Simone Leite, destacou a troca entre gerações possibilitada pelo encontro, que mostrou o grande potencial dos jovens empreendedores.