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Porto Alegre, segunda-feira, 16 de abril de 2018.

Jornal do Comércio

Opinião

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Notícia da edição impressa de 17/04/2018. Alterada em 16/04 às 21h06min

Democracia e patriotismo

Oswaldo Paleo
Como cidadão brasileiro, venho observando, ao longo dos anos, que a frase proferida pelo primeiro ministro do Reino Unido Sir. Winston Churchill, de que a democracia é a pior forma de governo, salvo todas as demais formas que têm sido experimentadas de tempos em tempos diante do que estamos vivenciando no Brasil, há controvérsias. Sabemos que somos tanto seres biológicos quanto, principalmente, seres sociais, constatação essa já reconhecida pelo filósofo e matemático do século XVII Blaise Pascal quando faz a citação: "Nascemos sozinhos e morremos sozinhos, mas só se vive com os outros". Assim, nossa personalidade e, portanto, nossos comportamentos se moldam a partir das referências e identificações que são obtidas através das circunstâncias que nos cercam.
Se observarmos a representação da menor unidade social que é a família nas suas diferentes formas, nossos valores são forjados em grande parte por aqueles que estão próximos interagindo conosco. Ao distanciarmos o foco, percebemos que, como cidadãos de uma nação, nossa referência são seus gestores que nos representam nas diferentes esferas de poderes: executiva, legislativa e judiciária, vão proporcionar nosso sentimento de pertencimento e patriotismo àquela nação que fazemos parte.
Assim, ao nos sentirmos desamparados e não representados por esses poderes, nosso egoísmo e individualismo se acentuam, privilegiando interesses próprios em detrimento a valores e benefícios à Nação. Constata-se neste comportamento a perda do patriotismo e amor ao País que pertencemos. Como constatação, faz-se necessário enriquecermos, em nossos corações, a civilidade que se torna o estímulo necessário para que possamos incorporar em nossos sonhos não somente uma crença, mas uma realidade de um País melhor no futuro.
Professor e consultor empresarial
 
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