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Porto Alegre, terça-feira, 03 de abril de 2018.

Jornal do Comércio

Opinião

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Notícia da edição impressa de 04/04/2018. Alterada em 03/04 às 21h19min

Minha cidade, meu lar

Remi Scheffler
Rolantense de nascimento, adotei Novo Hamburgo para viver. Aqui, casei, criei meus filhos, vi nascer meus netos e administro o negócio da família. Aqui, participo de uma das mais importantes entidades de classe, o Sindilojas. Aqui, vivo feliz. Para mim, não tem como falar desta cidade sem me emocionar. Quando me perguntam se não fico preocupado com temas como a violência, por exemplo, é lógico que respondo que sim. Mas acredito que este é um problema passageiro, também vivenciado por outros municípios. Por isso, me atenho às coisas boas.
Nesta quinta-feira, Novo Hamburgo chega aos 91 anos. Aquela vila que se desmembrou de São Leopoldo tornou-se um dos maiores e mais importantes municípios do Estado. Dos pouco mais de 8 mil naquele distante 5 de abril de 1927, estamos hoje com 238,9 mil moradores. São 230 mil pessoas a mais, resultado de uma explosão demográfica gerada pelo boom da indústria calçadista, especialmente entre as décadas de 1960 e 1970. A cada um destes habitantes gostaria de dirigir minha palavra nesta data. Lembrar que todos nós, nascidos aqui ou migrantes, como é o meu caso, têm uma história de amor por este lugar. Tivemos, temos e ainda vamos ter papel importante na sociedade.
Para este Novo Hamburgo, do parque Floresta Imperial, da Praça do Imigrante, do Centro Histórico de Hamburgo Velho, do Santuário das Mães, da Lomba Grande, do Esporte Clube Novo Hamburgo, da Sociedade Ginástica, da Sociedade Aliança, e tantas outras coisas boas, só tenho a desejar parabéns. E que nós, cidadãos, continuemos engajados nas coisas daqui. É vendendo esta imagem que, tenho certeza, voltaremos aos tempos de tranquilidade.
Parabéns, Novo Hamburgo. E como diz o hino do município, escrito por Délcio Tavares, "minha cidade, meu lar".
Presidente do Sindilojas-NH
 
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