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Porto Alegre, quarta-feira, 11 de abril de 2018.

Jornal do Comércio

Internacional

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Tragédia

Notícia da edição impressa de 12/04/2018. Alterada em 11/04 às 19h43min

Queda de avião militar causa 257 mortes na Argélia

Mais de 300 pessoas estavam envolvidas nos trabalhos de resgate

Mais de 300 pessoas estavam envolvidas nos trabalhos de resgate


/RYAD KRAMDI/AFP/JC
Pelo menos 257 pessoas morreram ontem após a queda de um avião militar da Argélia, informou o Ministério da Defesa. Trata-se do acidente aéreo mais mortífero da história do país do Norte da África.
Entre os mortos estão 247 passageiros e dez membros da tripulação da aeronave, que caiu perto da base aérea de Bufarik, na cidade de Bechar, vizinha da capital Argel. A maior parte das vítimas era formada por militares, mas também havia no avião familiares deles.
A agência estatal argelina informou que a aeronave era do modelo Ilyushin Il-76, fabricado na Rússia. O Ministério da Defesa informou que já foi apontada uma comissão para investigar as causas do acidente. Segundo a Defesa Civil, a queda aconteceu poucos minutos após a decolagem do avião, que faria uma escala técnica em Bechar, a caminho do Sul argelino, onde estão instalados há mais de 40 anos os campos de refugiados.
Mais de 300 pessoas estavam envolvidas nos trabalhos de resgate, entre médicos, policiais e efetivos da Defesa Civil e do Exército, que sofreu uma tragédia similar em 2014. Naquele ano, 77 pessoas morreram na queda de um Hércules C-130 na região montanhosa de Oum el Bouaghi, que fica 500 quilômetros a Leste de Argel.
O acidente na Argélia é o que tem o maior número de mortos em uma queda de avião em quatro anos, desde que uma aeronave da Malaysia Airlines caiu após ser atingida por um míssil quando sobrevoava a Ucrânia, deixando 298 vítimas fatais, em julho de 2014. Antes disso, o maior acidente tinha acontecido em 2003, quando um avião militar do Irã - também do modelo Ilyushin Il-76 - caiu quando sobrevoava uma área montanhosa do país, matando os 275 passageiros a bordo.
 
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