Porto Alegre, sexta-feira, 18 de maio de 2018.

Jornal do Comércio

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VINÍCOLAS

Notícia da edição impressa de 18/05/2018. Alterada em 18/05 às 18h15min

Vinícola Peterlongo desembarca no Equador, México e Venezuela

Vinícola centenária aposta na expansão de sua atuação na América do Sul

Vinícola centenária aposta na expansão de sua atuação na América do Sul


VINÍCOLA PETERLONGO/DIVULGAÇÃO/JC
Depois da China, Colômbia e Paraguai, agora é a vez da Vinícola Peterlongo, de Garibaldi (RS), erguer as taças no Equador, no México e na Venezuela. A centenária comemora a expansão de sua presença nas Américas do Sul e do Norte e já ensaia a abertura no Peru, ainda neste ano. Em 2017, a empresa exportou 185.480 litros de vinhos e espumantes.
A vinícola é a única, atualmente, a exportar para o Equador e a Venezuela e aposta na expansão na América do Sul, com o fortalecimento nos países nos quais já está presente, além da abertura de novos mercados. O supervisor de Exportação da vinícola, Ismael Tomedi, explica que a estratégia está focada nesta região justamente pelo perfil dos consumidores. "Quem vive em países da América Latina tem hábitos parecidos. O estilo de vida favorece o consumo de bebidas mais descontraídas, como é o caso do espumante", destaca.
Para esses três novos mercados, a vinícola exportou um mix que inclui espumantes, vinhos finos, frisantes, suco de uva e filtrado doce. A maior remessa ocorreu em dezembro, quando cinco contêineres foram enviados para o Equador. Mesmo assim, a Colômbia continua sendo o destino número um de exportações da Peterlongo, responsável por 50% de todo volume que a vinícola manda para o exterior (2017).
O sócio-diretor da vinícola, Luiz Carlos Sella, comemora o fortalecimento da marca internacionalmente. "Na década de 1940, a Peterlongo chegou com seus primeiros produtos ao mercado internacional. Na época, tornou-se conhecida em lojas americanas. Essa trajetória vem sendo retomada nos últimos anos, com nossa chegada a países da América Latina e Ásia. Estamos focados em investimentos para conquistar novos mercados e fortalecer os já existentes", afirma.
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