Porto Alegre, domingo, 15 de março de 2020.
Dia Mundial do Consumidor. Dia da Escola.

Jornal do Comércio

Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

CORRIGIR

Mercado Financeiro

25/04/2018 - 08h43min. Alterada em 25/04 às 08h43min

Produção de cobre da Antofagasta recua 10,5% no 1º trimestre

A mineradora chilena Antofagasta informou nesta quarta-feira (25) que sua produção de cobre no primeiro trimestre recuou 10,5%, na comparação anual, devido ao grau de pureza menor no metal extraído. A companhia, porém, reafirmou sua projeção para este ano. Ainda assim, após a informação o papel dela recuava 3,87% na Bolsa de Londres, por volta das 8h15min (de Brasília).
A mineradora chilena Antofagasta informou nesta quarta-feira (25) que sua produção de cobre no primeiro trimestre recuou 10,5%, na comparação anual, devido ao grau de pureza menor no metal extraído. A companhia, porém, reafirmou sua projeção para este ano. Ainda assim, após a informação o papel dela recuava 3,87% na Bolsa de Londres, por volta das 8h15min (de Brasília).
A companhia afirmou que sua produção de cobre para o primeiro trimestre de 2018 recuou a 153.800 toneladas, de 171.900 toneladas um ano antes, por causa do grau de pureza menor do material extraído de suas operações Centinela e Los Pelambres. A produção de ouro, por sua vez, teve baixa de 39,4%, a 32.300 onças no primeiro trimestre, devido ao grau de pureza menor do material extraído em Centinela.
A empresa disse que a perspectiva para a produção de cobre do grupo em 2018 foi mantida. Ela deve ficar entre 705 mil toneladas e 740 mil toneladas, com a melhora no grau de pureza do material extraído ao longo do ano.
Analistas do banco alemão Berenberg e da corretora britânica Peel Hunt disseram que a produção da mineradora no primeiro trimestre veio mais fraca do que previam. O Berenberg aponta que dificilmente a Antofagasta conseguirá cumprir sua projeção de custo líquido para este ano, enquanto a Peel Hunt diz que há pressões por causa da valorização do peso chileno, bem como por outros fatores que poderiam elevar os custos gerais.