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Mercado Financeiro

17/04/2018 - 17h31min. Alterada em 17/04 às 17h31min

Petróleo oscila e fecha em alta, com projeção de redução de estoques dos EUA

Após sessão com certa oscilação das cotações, o petróleo fechou em alta nesta terça-feira (17) com expectativa de que o relatório semanal do Departamento de Energia (DoE) dos Estados Unidos informe uma ligeira redução de estoques da commodity no país.
Após sessão com certa oscilação das cotações, o petróleo fechou em alta nesta terça-feira (17) com expectativa de que o relatório semanal do Departamento de Energia (DoE) dos Estados Unidos informe uma ligeira redução de estoques da commodity no país.
Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para maio fechou em alta de 0,45%, a US$ 66,52 por barril. Já na Intercontinental Exchange (ICE), o barril do Brent para junho avançou 0,22%, a US$ 71,58.
Analisas e operadores ouvidos pelo Wall Street Journal projetam que as reservas americanas de óleo bruto tenham, em média, diminuído em 200 mil barris na semana passada. O dado será divulgado na quarta às 11h30 (de Brasília).
Além disso, o Commerzbank aponta que as projeções divulgadas na segunda-feira pelo DoE para a produção de petróleo dos EUA em maio continham uma revisão para baixo da leitura de meses passados. Assim, o governo americano passou a relatar queda da produção no país em janeiro. "O Relatório de Produtividade da Exploração foi, portanto, menos positivo em termos de produção, ou seja, menos baixista para os preços do que os dados sugeriam à primeira vista", escrevem analistas do banco alemão.
No noticiário setorial, uma nova pesquisa do instituto de pesquisa Datincorp aponta que a parcela do eleitorado que afirma estar "determinada" a votar na eleição presidencial da Venezuela cresceu consideravelmente, de 51% em fevereiro para 62% em abril. O levantamento aponta ainda que o candidato Henri Falcón, do partido de oposição Avanço Progressista, lidera as intenções de voto. Dissidente chavista, ele deseja turbinar a hoje minguante produção de petróleo do país e estabelecer o dólar americano como a moeda oficial em território venezuelano.
Com Caracas imersa em uma crise política, econômica e humanitária, a redução da oferta de petróleo na Venezuela tem sido o fiel da balança para a Organização de Países Exportadores de Petróleo (Opep) se manter dentro dos próprios limites à produção da commodity pelos membros do cartel. (Com informações da Dow Jones Newswires)