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Porto Alegre, sexta-feira, 06 de abril de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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indústria

Notícia da edição impressa de 06/04/2018. Alterada em 05/04 às 19h58min

Índice de Desempenho Industrial no Estado aumenta 0,6%, segundo a Fiergs

Após uma queda de 1,7% em janeiro, o Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS), divulgado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs) nesta quinta-feira, voltou a subir em fevereiro, na comparação com o mês anterior: 0,6%. As maiores influências vieram das compras industriais e da Utilização da Capacidade Instalada (UCI), que cresceram, respectivamente, 2,1% e 1,5 p.p., descontada a sazonalidade. Voltaram a cair o faturamento real (-0,6%) e as horas trabalhadas na produção (-3,1%). A massa salarial real ficou estável.
Segundo o presidente da Fiergs, Gilberto Petry, a indústria gaúcha continua com sua fase cíclica de recuperação, que começou no ano passado. "O ritmo é bastante lento e acompanha a retomada da demanda doméstica, que começa a se beneficiar dos juros e inflação em declínio e da melhora do mercado de trabalho. O aumento das exportações tem sido outro elemento importante, o mercado externo se mostra como alternativa para manter as operações, mesmo que com uma rentabilidade abaixo da esperada", afirma Petry. A tendência deve continuar nos próximos meses, facilitada pela normalização de estoques.
Nos dois primeiros meses de 2018, o IDI-RS subiu 4,3% em relação ao mesmo período de 2017. Com exceção da massa salarial real (-1,2%), todos os componentes avançaram. O faturamento real (11,3%) e as compras industriais (9,9%) apresentaram as taxas mais expressivas, enquanto horas trabalhadas na produção (1,1%), UCI (2,9 p.p.) e o emprego (0,5%) mostraram alta mais moderada.
Com o nível de atividade 22,7% maior no primeiro bimestre sobre o mesmo período de 2017, o setor de veículos automotores foi a principal influência positiva. Também aumentaram a atividade os setores de tabaco (27,1%), equipamentos de informática e eletrônicos (25%) e produtos de metal (5,3%), e recuaram as indústrias de máquinas e equipamentos (-0,8%), de máquinas e material elétrico (-3,6%) e de móveis (-0,3%).
 
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