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Porto Alegre, quarta-feira, 04 de abril de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 04/04 às 18h06min

Sob tensão com STF, Ibovespa fecha em queda de 0,31%

Sob tensão pela sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) que analisa o pedido de habeas corpus do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Ibovespa operou em baixa e mais volátil no pregão desta quarta-feira (4). A queda, entretanto, foi limitada pelo fortalecimento dos mercados acionários americanos que inverteram a trajetória e passaram a valorização na segunda etapa do dia.
Assim, o fator externo se sobrepôs ao sentimento de cautela dos investidores por aqui e ajudou o índice à vista a voltar ao patamar dos 84 mil pontos, perdidos na primeira parte da sessão de negócios. O Ibovespa fechou em queda de 0,31%, aos 84.359,68 pontos.
O giro financeiro foi de R$ 8,9 bilhões, considerado baixo e uma indicação de acautelamento que, segundo analistas, se fez mais presente de segunda-feira para cá. O volume é bem abaixo da média diária do ano, que está em R$ 11 bilhões.
"Há dias operando com volume baixo é nítido que o mercado está em compasso de espera. O que está em jogo não é só a prisão de Lula, mas, sim, como ele vai poder ou não interferir no processo eleitoral", disse um operador de renda variável que preferiu se manter sob anonimato ao fazer um comentário da cena política.
A volatilidade aumentou em relação ao pregão de ontem. O Ibovespa oscilou quase 1.800 pontos, entre a mínima de 82.826,03 pontos e a máxima de 84.610,30 pontos.
A bolsa abriu o dia em forte queda com o mau humor dos mercados acionários externos que reagiam a um novo capítulo da disputa comercial entre Estados Unidos e China com o governo de Pequim anunciando sobretaxas para mais de cem produtos americanos, de soja a aviões. O presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu barreiras em produtos avaliados em US$ 50 bilhões numa lista que inclui 1,3 mil linhas tarifárias, principalmente no setor de alta tecnologia.
Porém, à tarde, os mercados acionários americanos apagaram parte das perdas vistas no início do pregão, apoiados por ações de companhias de tecnologia, que renovaram sucessivas máximas, deixando de lado a maré de baixa vista nos últimos dias. A partir dessa evolução externa, o Ibovespa foi reduzindo seu ritmo de queda.
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