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Porto Alegre, quinta-feira, 19 de abril de 2018.

Jornal do Comércio

Colunas

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Carlos Pires de Miranda

Gastronomia

Notícia da edição impressa de 20/04/2018. Alterada em 19/04 às 17h30min

Para portentosos apetites

CPM/ESPECIAL/JC
Não foi apenas um prato, foram algumas pequeninas travessas, ao melhor estilo japonês. Nosso retorno ao Tokyo corroborou a impressão de um ano atrás - cozinha eficiente, instalações confortáveis e a segurança do estacionamento do shopping. Os preços podem assustar, somente até se visualizarem combos e promoções, estampados em vistosos cartazes. Algum deles deverá se adequar à sua fome e ao seu bolso.
Por exemplo: pedindo duas ou mais sequências completas, o preço por pessoa cai de R$ 149,90 para R$ 104,00, de segundas a quintas-feiras, ou para R$ 119,00, em sextas e sábados. Há outras possibilidades para duas pessoas, com 38 (R$ 139,00) ou 48 peças (R$ 158,00), além de combos e sugestões (a partir de R$ 23,90) mais acessíveis nos almoços durante a semana.
Bem, chega de preços, vamos ao que interessa. As fotos são apenas amostras da sequência que degustamos. Inevitável citar alguns destaques em nossa mesa: ceviche de salmão; sushi do chef; harumaki de legumes; hot Filadélfia; gunkan de salmão e Gorgonzola; niguiri skin lemon.
A sequência que pagamos anuncia repetições ilimitadas de 40 itens e duas opções de sobremesa. Nada disso nos foi oferecido, o que depõe contra o serviço. Mas é verdade que, àquela altura, nosso apetite dera lugar à pressa de um almoço de terça-feira. Então, com tempo e apetites mais poderosos, tratem de exigir.
O Tokyo fica no Shopping Praia de Belas, de frente para o parque Marinha, tel. (51) 3307-8082.

via e-mail

VIV GASTRONOMIA VIA E-MAIL uvas - FOTO CPM especial JC

VIV GASTRONOMIA VIA E-MAIL uvas - FOTO CPM especial JC


/CPM/ESPECIAL/JC
Dia desses, elogiei uvas do Vale do São Francisco. Também no Zaffari encontrei essas da foto, produzidas em São Paulo - maiores, igualmente doces e sem sementes. Paguei R$ 15,90 por 500g, pensando: não teria jeito de a Embrapa ajudar a desenvolver essas variedades aqui na Serra? O frete e o preço seriam bem menores.
Em Canela, a novidade é o Espaço 273, um bistrô que também é loja e espaço cultural. Rua Tenente Manoel Corrêa, 273.
Após alguns anos, sábado passado, o Marco Birnfeld voltou ao chinês You Yi. Sua reclamação: "Comida gordurosa, sem sabor e, pior, em duas horas, me causou uma tremenda infecção intestinal". Arre!
 

Degustação a bordo do trem

VIV GASTRONOMIA MUITO PRAZER - TREM DO VINHO - FOTO ALESI DITADI.

VIV GASTRONOMIA MUITO PRAZER - TREM DO VINHO - FOTO ALESI DITADI.


/ALESI DITADI/DIVULGAÇÃO/JC
Esse da foto é o cenário: um vagão caprichosamente decorado, que faz o trajeto de 23 km entre Bento Gonçalves, Garibaldi e Carlos Barbosa, atrelado ao conhecido Trem do Vinho. Enquanto a paisagem deslumbra através de largas janelas, os 40 participantes vão degustando bons rótulos de Pinot Noir, Merlot, Cabernet Sauvignon e Tannat.
Petiscos coloniais, distribuídos com o kit de boas-vindas, têm sua harmonização com os vinhos justificada, por enólogo ou sommelier convidados. O feriado deste sábado, 21, oferece dois horários: 14h e 16h. A inscrição custa R$ 189,00, com tudo incluído. Informações: (54) 3455-2788.

A garrafa que mais chamou atenção

VIV GASTRONOMIA ADEGA - ANGUS VINHO FOTO CPM especial JC

VIV GASTRONOMIA ADEGA - ANGUS VINHO FOTO CPM especial JC


/CPM/ESPECIAL/JC
O grupo era de 15 pessoas, o espumante serviria apenas para brindar à aniversariante do domingo, visto que a feijoada por mim executada pedia vinhos tranquilos. Mas entre as garrafas escolhidas, quase todas de produção gaúcha, essa da foto despertou minha atenção. Trata-se de uma edição especial elaborada pela Guatambu, de Dom Pedrito, encomendada por criadores de Angus, representativa raça da pecuária brasileira.
Basta examinar a imagem com atenção para perceber o diferencial: lá no pescoço da garrafa, uma preciosa etiqueta informa a safra - 2014. O espumante, nem tão jovem, estava íntegro e foi devidamente degustado pelos apreciadores de brut. A informação da safra, essa foi saboreada por mim, que há tempo pleiteio que ela conste dos rótulos.
Claro que uma vinícola com poucos anos de existência, muita organização e produção limitada, não precisa aproveitar uvas de variadas safras para elaborar um champenoise extra brut como esse - no caso, ficou ainda mais fácil, porque apenas a Chardonay foi utilizada.
Mas o que impede um enólogo de identificar quais viníferas, de quais safras, aproveitou em seu espumante? E por que as vinícolas não prestam essa informação ou, pelo menos, divulgam o ano de engarrafamento?
Mais do que talento, às vezes, é preciso malabarismo para fazer bons espumantes com uvas de alguma safra traiçoeira. Mas antes de tudo, informação verdadeira corresponde a credibilidade. E essa - o ano do engarrafamento - é mais do que um direito do consumidor.
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