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Porto Alegre, quinta-feira, 15 de março de 2018.

Jornal do Comércio

Política

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Rio de Janeiro

Alterada em 15/03 às 19h47min

Para Marun, luta política de Marielle pode ter motivado assassinato

Marun disse que ainda não há informações sobre indícios da participação de milicianos no crime

Marun disse que ainda não há informações sobre indícios da participação de milicianos no crime


WILSON DIAS/AGÊNCIA BRASIL/JC
Agência Brasil
O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, disse hoje (15) que não está afastada a hipótese de a vereadora Marielle Franco ter sido assassinada por conta de sua atuação política. "Não está afastada a hipótese de que este bárbaro assassinato tenha sido motivado por aspectos da sua atuação parlamentar e isso torna esse crime ainda mais horrendo e absurdo".
 
Recentemente, Marielle havia assumido a relatoria da comissão da Câmara de Vereadores do Rio responsável por monitorar a intervenção federal na Segurança Pública do estado. Com frequência, ela fazia denúncias contra a violência policial em comunidades.
Marun disse que ainda não há informações sobre indícios da participação de milicianos no crime. Ele ainda acrescentou que a morte da vereadora é uma prova da necessidade da intervenção federal no estado. "Esse assassinato é prova que se faz necessária a adoção de medidas extremas. A própria intervenção é uma medida extrema para uma situação que nós sabíamos excepcional".
Ele também confirmou que vai pedir o impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso. Na última terça-feira (13), ele havia adiantado que estudava a possibilidade de se licenciar do cargo para retomar temporariamente seu mandato na Câmara dos Deputados e pedir o impeachment de Barroso no Senado.
Questionado se não seria mais fácil ele delegar a um colega parlamentar a tarefa de entregar o pedido, ele foi categórico ao dizer que faz questão de ir pessoalmente. Para o ministro, este é um "momento histórico".
"Essa eu levo debaixo do braço. Ou eu apresento ou ninguém apresenta. Você acha que eu vou trabalhar nisso, tomar essa decisão para passar para outro. Esse é um momento histórico. É o momento em que o Congresso diz 'chega'. Não adianta a gente fazer lei se juiz acha que não precisa obedecer a lei", disse.
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