Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 14 de março de 2018.

Jornal do Comércio

Internacional

COMENTAR | CORRIGIR

Protesto

Notícia da edição impressa de 15/03/2018. Alterada em 14/03 às 22h37min

Estudantes vão às ruas dos EUA a favor do controle de armas

Milhares de alunos de escolas dos Estados Unidos deixaram suas salas de aula na manhã de ontem para protestar contra a venda de armas. Às 10h locais (11h de Brasília), estudantes da Costa Leste começaram os atos nas principais cidades da região, de Miami a Nova Iorque. A manifestação começou a tomar corpo após o massacre em uma escola em Parkland, na Flórida, em 14 de fevereiro.
Em todo os EUA, alunos de cerca de 3 mil colégios participaram da ação. Em Washington, os estudantes protestaram em frente à Casa Branca e, depois, seguiram até o Capitólio para pressionar os congressistas a aprovarem um endurecimento nas leis de vendas de armas. Em Ohio e Minnesota, os jovens também se dirigiram às assembleias locais.
Já na escola Marjory Stoneman Douglas, palco do massacre em Parkland, os alunos se reuniram no campo de futebol. Em Columbine, no Colorado, também palco de uma chacina em 1999, foram feitos 30 segundos de silêncio - 13 para os mortos no local e 17 para as vítimas da Flórida. Em Newtown, em Connecticut, centenas de estudantes se reuniram próximo à escola Sandy Hook, onde um atirador deixou 26 mortos em 2012. 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia